10 curiosidades de Queer as Folk

Eu sou fã de Queer as Folk e Marco Feliciano não me representa!

Apesar de ser mais uma versão americana de um sucesso britânico, Queer as Folk conseguiu suplantar sua fonte e tornou-se um marco na TV ao mostrar os gays como “pessoas comuns” (como seu próprio nome diz).

Lançada dois anos depois da estreia de Sex and the City, este remake teve a mesma coragem de trazer a tona — e sem o menor pudor — assuntos até então considerados tabus — com direito a muitas cenas calientes!

E para você que sente saudades ou que ainda não descobriu essa maravilha, aqui estão 10 curiosidades sobre Queer as Folk:

Queer as Folk Thumb

# Apesar de se passar na cidade americana de Pittsburgh, na Pennsylvania, Queer as Folk foi toda gravada em Ontario, no Canadá.

# Peter Paige, o espalhafatoso Emmet, inicialmente fez teste para viver o certinho Ted. Quando acabou, ele pediu para ler também o papel de Emmet e os diretores de elenco ficaram tão impressionados com sua performance que o deixaram escolher qual deles o ator queria interpretar quando voltou para se apresentar aos produtores da série. Que moral, hein?

# Por falar em Emmet, é mencionado diversas vezes na série que ele é de Hazlehurst, Mississippi, uma cidade real que tem cerca de 4.500 habitantes. Isso foi uma homenagem dos roteiristas a John C Epperson, o cidadão mais notório do lugar, que é mais conhecido por sua persona drag Lypsinka.

# Os produtores decidiram fazer a versão americana de Queer as Folk depois que leram no jornal Los Angeles Times que uma série assim nos Estados Unidos seria um completo desastre.

# No series premiere, quando Michael vai para o back room da Babylon procurar pelo Brian, ele encontra outro amigo — que está transando — e diz “Ei, Todd! Como vai?”, e ele responde “Bem!”. A mesma cena se repete nas season premieres das temporadas 2, 4 e 5 com diferentes personagens encontrando o tal de Todd na mesma situação e tendo o mesmo diálogo.

Queer as Folk

# Nas duas temporadas finais, a abertura da série passou a mostrar três camisetas com as seguintes frases: “God made me gay” (Deus me fez gay, usada por um homem), “I [❤] my gay son” (Eu [❤] meu filho gay”, usada pela personagem Debbie) e “Nobody knows I’m a lesbian” (Ninguém sabe que eu sou lésbica, usada por uma mulher). Se quiser conferir, clica aqui.

# Ainda sobre camisetas divertidas, Debbie usa uma com um slogan diferente a cada episódio. Além de seus bótons, claro.

# Os produtores executivos Ron Cowen e Daniel Lipman disseram que encontraram muita homofobia vinda de outros profissionais de Hollywood durante a pré-produção e o processo de escolha de elenco.

# A coisa foi tão feia que muitos agentes em Los Angeles simplesmente se recusaram a inscrever seus clientes nos testes de elenco da série, alegando que o conteúdo homossexual envolvido nela poderia prejudicar a carreira deles. Quanta bobagem…

# Por fim, o jornal The Pittsburgh’s Out, mostrado em diversas ocasiões, é uma publicação LGBT de verdade que tem sido publicada desde 1973.

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