10 curiosidades duplicadas de Ringer

Apesar de sua vida curta — apenas uma temporada — Ringer, a tão aguardada nova série da eterna Buffy, Sarah Michelle Gellar, arrebatou zilhares de fãs, incluindo esta colunista que vos escreve (assim como boa parte da equipe do Box de Séries).

Com seu jeito canastra, sua história tão cheia de reviravoltas quanto de furos, e interpretações de fazer inveja ao elenco das novelas da Record, a produção exibida pela CW — só podia ser lá — chegou como uma das promessas das fall season 2011, mas logo caiu em desgraça e só por um milagre — ou talvez por uma multa prevista no contrato de Miss Gellar — completou 22 episódios no ar.

De qualquer maneira, enquanto este clássico não é lançado em blu-ray, bora matar saudades descobrindo algumas curiosidades dela?

# Essa a maioria já sabe: inicialmente, Ringer estava sendo desenvolvida para CBS, que queria trabalhar com Sarah Michelle Gellar. Mas quando a emissora não pegou o piloto — alegando não ter espaço em sua grade e que a trama não se encaixava em na natureza procedural do canal — a série foi imediatamente resgatada pela CW, que imaginou ter um grande sucesso nas mãos. Que dó!

# Por falar no piloto, ele foi inteiramente gravado em Nova Iorque, enquanto os demais episódios foram filmados em Los Angeles.

# Os colegas de elenco Sarah Michelle Gellar (Siobhan/Bridget Kelly) e Kristoffer Polaha (Henry) já interpretaram membros da família Kennedy em produções televisivas diferentes. Gellar viveu a jovem Jacqueline Bouvier na minissérie A Woman Named Jackie, em 1991, enquanto Polaha interpretou John F. Kennedy Jr no telefilme America’s Prince: The John F. Kennedy Story, em 2003.

# Aliás, Kristoffer Polaha ficou empolgadíssimo por finalmente poder trabalhar com Sarah Michelle Gellar, já que um de seus primeiros testes de elenco foi para o papel de Riley em Buffy: A Caça-Vampiros.

# Penteados diferentes eram usados para ajudar o público a distinguir qual gêmea Sarah Michelle estava interpretando: Siobhan usava seu cabelo preso em um coque, trançado ou preso para trás, enquanto Bridget costumava usá-lo sempre solto.

# Caitlin Custer (que já participou de The Mentlalist e Dallas) foi originalmente contratada para viver Juliet Martin, mas acabou sendo substituída por Zoey Deutch quando o piloto foi escolhido para virar série. Assim, todas as cenas de Juliet tiveram que ser refilmadas.

# Há, pelo menos, três explicações para o nome da série. A primeira, e mais óbvia, definição é “algo que parece com outra coisa”, que já foi usada para nomear dois filmes: Gêmeos — Mórbida Semelhança (no original Dead Ringers), estrelado por Jeremy Irons (The Borgias) em 1988, e Alguém Morreu no Meu Lugar (Dead Ringer), estrelado por Bette Davis em 1964. A segunda é que ringer também é sinônimo de “impostor ou alguém que se passa por outra pessoa”, e a terceira seria uma referência ao homófono wringer, que significa “situação difícil ou dolorosa”. Qual será a verdadeira?

# Os nomes Siobhan (pronunciado Shi-von), Bridget Kelly, Sean (o filho de Siobhan) e o codinome Cora Farrell são de origem irlandesa, assim como Dylan Morrison, o pai de Sean.

# Por falar da diva, os amigos de Siobhan frequentemente abreviavam seu nome para “Siobh” (pronunciado Shiv). Será que eles sabiam que isso é uma gíria para aquelas lâminas improvisadas que o pessoal usa nas prisões?

# Quando a CW anunciou o cancelamento de Ringer no fatídico 11 de maio de 2012, os fãs da série fizeram de tudo para mantê-la no ar. Usando o Twitter e sites de petição online, eles começaram a recolher assinaturas, chegando a conseguir 10 mil em um desses abaixo-assinados. As petições alegavam que Ringer fora indicada a vários prêmios e que era transmitida em 40 países, marcando bons números internacionalmente. Mas de nada adiantou. Nem mesmo os quatro prêmios recebidos no Lisa Rinna Awards — incluindo a categoria A Gente Queria Mais Emissora — foram suficientes para salvar a série. Para nossa… tristeza.

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