10 séries médicas que podem te curar do tédio

Durante a ‘primeira fase’ do Box, a gente sempre agitava o blog com homenagens à chamada série do mês — aquela que dava tema ao nosso podcast especial. Esse ano algumas coisas mudaram, temos gravado mais podcasts ‘variados’ e deixado o ‘box fechado’ para ocasiões especial. O próximo Box Fechado será o de E.R., mas a data em que ele estréia é surpresa — prefiro dizer isso a assumir que não sei a data. Ops! rs

Mas então, pensando em tudo isso acabei sentindo uma fisgada por toda aquela badalação de template especial e tal… Não mudei template, mas para homenagear E.R., que para mim é a maior série médica de todos os tempos (e até é, na contagem de episódios), fica esse post com séries médicas que podem salvar você do tédio de algumas horas sem nada para fazer.

Algumas delas nem estrearam, mas prometem. Outras podem te livrar do tédio mais cedo do que você imagina, afinal estamos na seca da midseason. Escolhe uma e corre atrás do prejuízo.

Estréias:

10- Mercy — Não se sabe muito desta, a não ser que ela contará com Michelle Trachtenberg, a ótima Georgina Sparks de Gossip Girl e a cantora pop Celeste, de Six Feet Under. A atriz, que ficou famoso em Buffy, é ótima ao ponto de despensar comentários e considerações. Nesta nova aposta dramática da NBC ela viverá uma infermeira. A série começa provavelmente em setembro e nesta ocasião poderemos acompanhar Michelle em dose dupla, afinal ela volta para encerrar um arco deixado na segunda temporada de Gossip Girl.

9- Three Rivers — Esta série, assim como a anterior, chama atenção por um membro de seu elenco. As fãs de Moonlight é que devem ter adorado, afinal Alex O’Loughlin voltará e vai discutir relacionamento… Pelo menos é o que li sobre a série. Ela vai ter uma ‘quê’ de Grey’s Anatomy. Julia Ormond também estaria na série, mas o papel de chefe de cirurgia ficou vago e até agora não foi confirmado quem entra em seu lugar.

8- Nurse Jackie — A série traz a maravilhosa Eddie Falco de volta às telas como protagonista. Ela todo mundo deve conhecer de The Sopranos, ou pelo menos por suas ótimas participações em 30 Rock, onde interpretou CC, uma namorada de Jack Donaghy. Pela primeira vez uma enfermeira é a personagem principal de uma série médica e, como é da Shotime, esta enfermeira é um pouco controversa. Viciada em comprimidos (assim como Dr. House) Jackie ao menos é humana — e isso promete ser um problema pois as vezes mais vale seguir os protocolos do que ter sentimentos.

Em Transmissão e Encerradas

7- Private Practice — Com o sucesso de Grey’s Anatomy já era de se esperar que novos produtos fossem lançados. Private conta com a ex-Dra. McDreamy como protagonista. A personagem ganhou seu spin-off e foi mandada para a Califórnia, onde atende em uma clínica particular, como fica claro pelo título. A série segue a linha da original: muita pegação, machos sem camisa e casos interessantes a serem observados. O charme mesmo fica por conta de Kate Walsh, que consegue ser simpática até quando é uma bitch.

6- House — Sucesso de público. Se você perguntar para cinco pessoas que séries elas assistem, muito capaz que pelo menos 3 delas respondam ‘House’… E nem é estatística, tiro por experiência própria mesmo. A série foi desenvolvida pro Bryan Singer, o diretor dos dois primeiros filmes da franquia X-Men e do retorno de Superman às telas de cinema. Só que este não é o destaque da série. Obviamente o cara que lhe dá nome é quem ganha todo o crédito. Nunca o mau humor foi capaz de gerar tanta audiência e House é um dos maiores sucessos do canal Fox. Além disso a série apresenta os casos mais controversos que a medicina já estudou, todo baseados em casos publicados em revistas científicas.

5- Scrubs — Essa talvez seja a série mais diferente aqui da lista. Scrub é uma série médica? Ou uma série de comédia? A resposta correta é ‘as duas coisas coisas’. A série se faz diferente exatamente pela comédia rápida, estilo de seus roteiristas, nunca vista em uma série de hospital. Diferente das outras, não se trata de um drama, nem mesmo de uma dramédia. Scrubs é comédia de nonsense. Eu diria que Scrubs está para o hospital assim como 30 Rock está para a NBC.

Está em quinto na lista, mas está na aqui e é uma série importante. Se não o fosse, não teria sido comprada pela ABC após seu cancelamento na NBC para sua oitava e última temporada. A emissora Disney gostou do produto e cancelou o encerramento, dando uma nona temporada — que promete reinventar tudo o que conhecemos. Espero que o resultado seja bom, ou melhor com o que estamos acostumados. Só o fato de não ter mais a Sarah Chalke já me alegra… Infelizmente Zach Braf só fica na série por mais seis episódios.

4- Nip/Tuck — A série é famosa por ter quebrados tabus em centenas de episódios. É melhor amigo dando em cima da esposa do outro, anã pagando boquete para cirurgião, venda de órgãos e muito mais. Tanto que nestas temporadas mais recentes Nip/Tuck se perdeu na falta de argumento. Mesmo assim, seus anos iniciais tem todo aquele ar de coisa nova e nunca vista na TV. Polemizava, é verdade. Mas quem não curte uma boa polêmica. Alguém sabe aí se o filho do McNamara tem algum grau de parentesco com o Michael Jackson? rs

3- Grey’s Anatomy — Umas das maiores audiências da TV na atualidade, inegavelmente. Grey’s é exibido em dia de ringue quente: quinta-feira, brigando com séries como CSI, entre outras. E ela não deixa por menos. Apesar de ser considerado mais como uma série mulherzinha — talvez pela quantidade de homens lindos descamisados e discussão de relacionamento — Grey’s chama também a atenção do público masculino com suas belas Dras. e residentes.

Conta ainda com um dos elencos mais polêmicos — senão o mais, e sempre é capa de sites, blogs e revistas de fofocas, que nos trazem os mais deliciosos boatos e histórias de bastidores. Uma novela a parte.

2- Chicago Hope — Se as séries de hospital existem e fazem sucesso até hoje, eu diria que em parte grande ‘culpa’ disso é de Chicago Hope. A série criou o gênero, que hoje é imitado e até um pouco diferenciado — tem série médica de D.R., de comédia, de cirurgia plásticas etc. Mas, um clássico sempre tem lugar garantido em pódios, ou não tem?

Só para constar, a série é do criador de Ally McBeal e contava com grandes atores em seu elenco, muitos deles presentes em grande sucessos atuais da TV, como Criminal Minds.

1- ER — Palntão Médico — A série que nos deu George Cloney é história da TV, e nem é por este motivo — apesar dele ser suficiente para muitos. Plantão Médico, como é conhecida aqui no Brasil, marca a cabeça de muitos de nós por ser a série médica de nossa atualidade. Chicago Hope é história, mas quem assistiu. Grey’s é nova demais… E.R. é clássica e se manteve no ar por quinze temporadas! Isso não é pouco — que o diga os fãs da série que ainda compram os Boxes originais de DVDs da série.

Ela soubse se reinventar ver muitos de seus grandes atores irem embora e ainda assim manteve o ritmo. Há quem reclame da quantidade de sangue que aparece nas cenas de trauma, mas deve haver alguma realidade ali… Ainda mais se considerarmos o quanto alguns casos mostrados na série são perturbadores.

A série entra para a lista de melhores feitos de Michael Chricton, o lendário escritor/roteirista norte americano que escreveu best sellers e bluckbusters como Jurassic Park e A Firma.

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