11 fatos para entender: 2015 foi o ano das mulheres!

Elas emocionaram, firmaram sua posição e mostraram que há muito chão quando o assunto é igualdade. Confira 11 fatos que confirmam: 2015 foi o ano das mulheres.

Não tem jeito, 2015 foi o ano das mulheres em diversos âmbitos. E na cultura pop não seria diferente!

Para abrir nossas listas de retrospectiva escolhemos um tema que defina 2015. E neste ano elas brilharam ainda mais. Emocionaram e por diversas vezes desenharam explicaram que feminismo não é ser mais, é ser igual.

Ainda há muito chão, mas com perseverança chegaremos lá. E se você ainda não captou a mensagem, leia nossos 11 fatos para entender que 2015 foi delas.

Elas emocionaram, firmaram sua posição e mostraram que há muito chão quando o assunto é direitos iguais. Confira 10 fatos que confirmam: 2015 foi o ano das mulheres.

Mad Max A Estrada da Fúria

O cinema já começou em rebuliço, levantando discussões fervorosas com a chegada de Mad Max A Estrada da Fúria. E o motivo foi muito melhor do que o filme, que já é espetacular. Bem recebido pela crítica, os elogios em boa parte foram por revitalizar uma franquia famosa tendo desta vez um motim de mulheres oprimidas como principal história — vale lembrar que a saga já teve personagens femininas importantes, como Aunty Entity (Tina Turner), em Mad Max Além da Cúpula do Trovão. Atuações excepcionais de Charlize Theron.

Elas emocionaram, firmaram sua posição e mostraram que há muito chão quando o assunto é igualdade. Confira 11 fatos que confirmam: 2015 foi o ano das mulheres.

Adele voltou levando todos os prêmios para ela!

A rainha da sofrência voltou com grandes expectativas. Todas devidamente cumpridas. Com seu novo álbum, 25, Adele não apenas quebrou recordes de vendas e já dominando o topo das paradas. Ela ainda conseguiu recorde até na audiência da televisão americana, conseguindo fazer mais de 11 milhões de americanos pararem tudo para ver seu show na NBC. É oficialmente o especial musical mais visto na história da TV.

Elas emocionaram, firmaram sua posição e mostraram que há muito chão quando o assunto é igualdade. Confira 11 fatos que confirmam: 2015 foi o ano das mulheres.

Marta ultrapassa Pelé na quantidade de gols pela seleção brasileira

Nada mais pop do que futebol! Mas sabe aquela expressão “Não jogue como uma mulher”? Pois vai ser preciso rever isso em 2016, já que nossa maior artilheira no futebol, pela camisa verde e amarela, é Marta, e não mais o Pelé. Já sao 98 gols pela seleção e muitos outros virão pela frente com as Olimpíadas do Rio 2016. Entendeu que no pé da mulherada o futebol brasileiro continua dando orgulho?

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A força despertou em uma grande jedi

Ela pode não ser grande no tamanho, mas é na força. Nenhum outro jedi despertou a força tão rápido e tão amplamente quanto Rey (Daisy Ridley), em Star Wars: O Despertar da Força. Enquanto Anakin e Luke precisaram passar por treinamentos rigorosos, Rey se defendeu do inimigo e ainda fez com ele, o que ele tentava fazer com ela. Isso sem falar no show de desenvoltura com o sabre de luz na mão. Além de tudo, ainda conquistou os fãs da saga com toda a simpatia. Já é uma queridinha dos fãs.

Lady Gaga emocionou no Oscar e se firmou como atriz

Em 2014 ela foi alvo de piadas por seu flopado álbum ARTPOP. Mas a crítica só teve forças até o mês de janeiro, mais precisamente sua apresentação no Oscar. Ao lado de Julie Andrews, Lady Gaga colocou não apenas a plateia do evento no bolso, mas toda a audiência que estava assistindo. Impossível não ter chorado com essa belíssima apresentação. Os remanescentes da gongação ainda esperavam por sua estreia como atriz em American Horror Story: Hotel. Se deram mal. Gaga está tão fantástica no papel, que até foi indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz. Para fechar o ano, foi a Mulher do Ano no tradicional prêmio da Billboard.

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Mulher Maravilha rouba cena, literalmente!

Um dos trailers mais esperados do ano era do filme Batman vs Superman: A Origem da Justiça. O nome do longa já diz, é sobre o Batman e sobre o Superman. Mas quem gerou buzz na internet foi ela, a Mulher Maravilha. Diana chega em um momento de crise. É apontada como a personagem que unirá os dois super-heróis, focando em um inimigo comum e iniciando o grupo de heróis mais amados de todos os tempos, a Liga da Justiça. Ganhou poster solo e anúncio de filme para chamar de seu. You go, Girl!

Os discursos de Viola Davis, Patricia Arquette e Jennifer Lawrence

A luta das mulheres não é apenas por igualdade financeira. Os problemas não são apenas estes. E o assunto das diferenças começou a ganhar espaço com a voz de Patricia Arquette, no Oscar. Discurso emocionante aplaudido de pé por deuses talentos como Meryl Strip. Já Jennifer Lawrence foi direto ao ponto. Em um artigo escrito pela própria atriz, Jennifer anunciou que não se preocuparia mais em ser taxada de “mimada”, quando o assunto é seu cachê. O ponto alto entre todos os discursos foi o de Viola Davis, que não questionava apenas as diferenças salariais entre homem e mulher. Ela meteu o dedo na ferida com uma frase que marcou: “A única coisa que separa a mulher negra de qualquer coisa é a oportunidade.”

Elas emocionaram, firmaram sua posição e mostraram que há muito chão quando o assunto é igualdade. Confira 11 fatos que confirmam: 2015 foi o ano das mulheres.

Jamie Clayton traz diversidade e aceitação com sua Nomi em Sense8

Sem dúvida uma das grandes mulheres de 2015 — e ai de quem não aceitar o fato — foi Jamie Clayton. A atriz ganhou os holofotes na estreia de Sense8, um dos maiores ícones da cultura pop surgidos neste ano. Carregou um enredo que tinha tudo para ser desprezado pela audiência, dada a delicadeza do assunto. Com humanidade e muito talento, Clayton nos deu informação e levou humanidade a uma minoria incompreendida. Fez toda a diferença! E dizem que ainda pegou o Keanu Reeves.

Elas emocionaram, firmaram sua posição e mostraram que há muito chão quando o assunto é igualdade. Confira 11 fatos que confirmam: 2015 foi o ano das mulheres.

Miley Cyrus dá um show sobre sexualidade e empoderamento

Ela fala o que quer, quando quer e do jeito que quer. Não se define como heterossexual, nem homossexual e muito menos bissexual. Miley Cyrus escandalizou em 2014 e neste ano provou que uma mulher pode ser o que quiser ser, com muito carisma. Arrasou no VMA e ainda lançou um CD inteiro com direito a Drags de Ru Paul’s Drag Race no palco, cantando e dançando com ela. Fazendo o que aa já esquecida Hannah Montana sabe fazer de melhor: festa. E ainda lançou clipes incríveis!

Elas emocionaram, firmaram sua posição e mostraram que há muito chão quando o assunto é igualdade. Confira 11 fatos que confirmam: 2015 foi o ano das mulheres.

Jessica Jones e as poderosas da Netflix

Há quem diga que heroínas Marvel não são rentáveis — A.K.A., Ike Perlmutter, CEO da Marvel. Pois no mesmo ano em que a Viúva Negra foi substituída pelo Capitão América em um brinquedo, uma outra heroína Marvel veio provar que as mulheres tem #GirlPower — A.K.A., Jessica Jones! Segunda série de heróis da parceria Marvel/Netflix, Jessica Jones fez tanto sucesso que Krysten Ritter foi indicada a nada menos que o Critics Choice Awards. E não foi a única mulher poderosa do serviço de streaming este ano. Ainda tivemos o otimismo Unbreakable Kimmie e um novo olhar sobre a terceira idade com Grace & Frank.

Elas emocionaram, firmaram sua posição e mostraram que há muito chão quando o assunto é igualdade. Confira 11 fatos que confirmam: 2015 foi o ano das mulheres.

Supergirl ganha espaço nas séries de herói da TV aberta

Já tivemos o Superboy, Arrow, Flash, Constantine o jovem Bruce Wayne e todos os vilões do Batman. Logo mais surgirá toda uma leva de lendas da DC. A pergunta é: cadê a mulherada? Elas estão presentes nas séries em quadrinho. Então, qual a razão de não estarem na TV, já que a moda é série de herói? Não dá para dizer que a Agente Carter seja uma super herói. Sobrou para a Supergirl quebrar a predominância masculina, trazendo bons números em canal de TV aberta — algo super difícil hoje em dia, independente do gênero da série ou protagonista. O sucesso é tanto, que a personagem foi dos quadrinhos para a TV e agora da TV de volta para os quadrinhos.

Foi ou não foi um ano incrível para as mulheres? Se faltou algo, comente.

Por Caio Fochetto com colaboração da Equipe BOXPOP.

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