A comic book de Fringe!

Os norte-americanos e o canal Fox Internacional podem até não ligar para a delícia que Fringe é, mas nós brasileiros e seriemaníacos de carteirinha (e com toque da abertura da série no celular =P) somos loucos pelo incrível drama sci-fiction criado pelo baladadíssimo JJ Abrams.

Fringe, sem sombra de dúvidas, está sendo a melhor série da temporada. O roteiro, os efeitos especiais, as atuações, o quesito criatividade, o além-TV, enfim, todo esse conjunto que faz nossas cabeças explodirem a cada semana atingiu um nível estupendo de excelência e, é por essas e outras, que nós aqui do Box decidimos que seria ela a série homenageada do mês de dezembro, ou seja, é o nosso presente de natal para vocês leitores! (Iria usar aquela do quem ganha o presente é você, mas… né.)

O ótimo texto do JV nos Destaques inaugurou esses dias de muita realidade alternativa e bizarrice científica, e é lógico que a The Box Is On The Table não ficaria de fora dessa!

Para quem ainda não sabe, Fringe ganhou uma versão extra em formato de comic book, e eu, requisitado e influente como poucos (além de modesto…), já li a primeira das seis edições lançadas. Então, se preparem porque vai rolar uma viagem no tempo básica nos próximos parágrafos, afinal, os quadrinhos focam em nada mais nada menos que no passado de Walter Bishop e de seu amigo William Bell.

A História

A comic book de Fringe está dividida em seis edições, que tem como base o início da parceria de Walter com Bell. Na primeira parte da narrativa, intitulada Like Minds (Mentes Parecidas), vemos a entrada de Walter na Universidade de Harvard como um professor bastante novo e bem promissor.

O primeiro encontro dos dois se faz quando William, ainda um aluno, está tentando resolver uma das equações mais difíceis do mundo, a de Morianz, até que Walter, incomodado pela música que Bell escutava (lembram que a música ajuda a pensar? Mania do William), vai até ele e já percebe o brilhantismo do jovem rapaz. A partir daí, Bell começa a ajudar o Professor Bishop em suas experiências não tão bem vistas pela comunidade científica da época.

A revista também traz aqueles acontecimentos estranhos com pessoas do cotidiano em paralelo à história principal logo no prólogo. O engraçado é que quando você termina de lê-lo, a musiquinha da abertura já se instala na sua mente.

O Design

Eu não sou um expert em HQs e afins, mas até quem não entende muito de arte, nota o quão excelente é o desenho da comic book de Fringe. Com um tom colorido sem muita luz (algo bem parecido com a série de TV), os quadrinhos de Fringe são bastante realistas e bem detalhistas (vale dizer que estamos em plena década de 70 na história). Tom Mandrake e Simon Coleby, os desenhistas da comic book, fizeram um ótimo trabalho e merecem os parabéns.

Os Códigos Secretos

Assim como na televisão, a revista de Fringe também está repleta de Glyphs Codes e referências bem sutis. Temos também a ilustre presença do misterioso Observador bem na primeira edição, quando Walter está realizando uma palestra sobre comunicação entre mentes, e daí, um quadrinho foca na platéia mostrando o dito cujo. (Lógico que é muito mais fácil achar um Observador nas HQs do que na série!)

É isso, galera, espero que estejam curtindo o enfoque em Fringe aqui no Box, pois eu estou. Então, faz um agrado e deixa seu precioso comentário que eu vou ali pirar um pouco e ver o meu episódio atrasado de Fringe… ah e não se esqueçam twitteiros: #SaveFringe o/

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