A constante Mary-Louise Parker

Ficha Corrida

Nome completo: Mary-Louise Parker

Idade: 46 anos

Signo: Leão

Altura: 1,73m

Estado civil: Solteira

Bebida predileta: Cerveja Corona

Odeia… queijo de cabra

Tem… fobia de cobras

Pratica… meditação, yoga e Tai-Chi

Esta é a sua vida

Mary-Louise Parker nasceu no dia 2 de agosto de 1964, em Fort Jackson, Carolina do Sul. Ela é a mais nova de 5 filhos de um oficial do exército, cuja ocupação fazia com o que a família viajasse bastante pelos Estados Unidos (Arizona, Tennessee, Texas) e até mesmo por outros países (Tailândia, Alemanha e França).

Parker foi uma criança bastante tímida, exceto quando estava no palco, sua paixão desde pequena. Assim, depois de fazer inúmeras peças na escola, ela estreou na TV aos 11 anos, com uma pequena participação na soap opera Ryan’s Hope. Porém, antes de continuar perseguindo a carreira de atriz, Mary-Louise decidiu estudar Teatro na North Carolina School of the Arts.

Para ser melhor sucecida em sua busca por papéis, a atriz rumou para Nova Iorque aos 17 anos. Infelizmente, as coisas não foram tão fáceis e, para se sustentar, a atriz teve que trabalhar em uma loja de calçados, entre outros bicos, até conseguir seus primeiros papéis. Mas quando começou, ela não parou mais…

Em 1988, Mary-Louise voltou a TV com um papel no filme Too Young the Hero e, no ano seguinte, ela estreava no cinema em Uma Cidade sem Rumo, ao lado de Vincent D’Onofrio (Law & Order: Criminal Intent). Nos palcos, ela começou com o pé direito com Por Trás Daquele Beijo, de Craig Lucas, em 1990, ganhando dois prêmios e sua primeira indicação ao Tony. Foi com este espetáculo também que ela teve seu primeiro romance com um colega de elenco, o ator Timothy Hutton (Leverage), mas a relação dos dois não durou muito.

No mesmo ano, Parker foi notada pela crítica quando apareceu na adaptação cinematográfica da peça Longtime Companion, um dos primeiros filmes a abordar o tema da AIDS. Em 1991, ela fez o cultuado Tomates Verdes Fritos, no qual interpretava a puritana Ruth, personagem que a tornou famosa. Com o sucesso do filme, sua carreira no cinema deslanchou e ela participou de sucessos como O Cliente (1994), ao lado de Susan Sarandon e Tommy Lee Jones, Somente Elas (1995) com Drew Barrymore e Retratos de uma Mulher (1996) com Nicole Kidman.

Mesmo com uma carreira movimentada na telona, Mary-Louise não deixou o teatro de lado. Em 1996, ela participou do revival da peça Bus Stop e foi ali que ela conheceu o ator Billy Crudup. Os dois se apaixonaram e logo estavam morando juntos em Manhattan. Ainda no teatro, em 1997, a dramaturga Paula Vogel a convidou para fazer o espetáculo How I Learn to Drive, pelo qual ela ganhou dois prêmios. Sua próxima aparição no teatro, em A Prova, de 2000, rendeu-lhe mais nove prêmios, incluindo um Tony.

Vale lembrar que tanto A Prova como Por Trás Daquele Beijo foram adaptados para o cinema, mas nos dois casos, Mary-Louise foi substituita — no primeiro por Gwyneth Paltrow e no segundo por Meg Ryan. Alguns dizem que foi opção da própria atriz, mas rumores dão conta de que ela foi substituída por não ter apelo no cinema. De qualquer maneira, a atriz resolveu tirar férias do teatro e participou do filme Dragão Vermelho, com Anthony Hopkins e Ralph Fiennes, lançado em 2002.

Bastante seletiva quando o assunto é TV, em 2001, ela aceitou o papel de uma ativista dos direitos das mulheres no drama da NBC, The West Wing. A personagem Amy Gardner logo se transformou em recorrente e Mary-Louise participou em mais de 20 episódios da série. Pelo papel, ela recebeu sua primeira indicação ao Emmy, porém sua gravidez a fez interromper sua participação na série em 2003, retornando apenas nos episódios finais, em 2006.

As pessoas dizem que você não deve julgar, mas eu discordo. Sem julgamentos, nós não teríamos um conjunto do que é certo e do que é bom.

Sua saída de The West Wing lhe permitiu participar da super produção Angels in America, a adaptação da aclamada peça de Tony Kushner produzida pela HBO e dirigida por Mike Nichols (Closer — Perto Demais), no final de 2003. A minissérie, sobre um grupo de almas perdidas em Nova Iorque durange a epidemia de AIDS nos anos 80, foi saudada com elogios da crítica internacional. Nela, Parker interpretou Harper Pitt, a esposa de um advogado não-assumido, viciada em Valium e pela sua atuação, a atriz recebeu um Globo de Ouro e um Emmy de melhor atriz coadjuvante em minissérie.

Mas o reconhecimento e o sucesso não foram suficientes para impedir que Mary-Louise caísse em depressão na época. Em novembro de 2003, grávida de 7 meses, Billy Crudup a deixou por uma mulher mais jovem, a atriz Claire Danes, depois de 7 anos juntos. Seu filho William Atticus nasceu janeiro de 2004. Tempos depois, a atriz disse “Eu fiquei devastada quando descobri que meu namorado, estava me deixando por outra mulher, eu estava grávida de 7 meses, pelo amor de Deus! Eu também fiquei devastada quando fiquei sem leite com chocolate, as coisas passam, a vida continua.”

Ainda em 2003, Parker apareceu no longa metragem Galera do Mal e no filme para TV Miracle Run, baseado na história real de uma mãe de dois filhos com autismo. Além disso, a atriz estava de volta aos palcos com a peça Reckless, que rendeu a Parker outra indicação ao Tony de melhor atriz em 2005.

Neste mesmo ano, Mary-Louise aceitou o papel de protagonista em Weeds, a dramédia do canal Showtime. Sua personagem, Nancy Botwin, é uma mãe suburbana que, depois da morte de seu marido, decide vender maconha para ganhar dinheiro enquanto tenta manter sua reputação na comunidade. Pelo papel, ela ganhou o Globo de Ouro de 2006. A curiosidade de sua vitória é que o criador de Desperate Housewives, Marc Cherry havia lhe oferecido o papel de Susan (que ela recusou) e na disputa do prêmio, ela bateu exatamente as quatro atrizes da série. Ainda pelo papel de Nancy, Parker foi indicada mais 3 vezes ao Globo de Ouro e também ao Emmy em 2007, 2008 e 2009.

Weeds não trouxe apenas um novo veículo de sucesso para Mary-Louise, como a fez reencontrar o amor. No final de 2006, ela anunciou que estava namorando seu colega de elenco Jeffrey Dean Morgan (Judah). Os dois chegaram a ficar noivos em fevereiro de 2008 mas, dois meses depois, anunciaram a separação. Desde de junho de 2009, a atriz está namorando com cantor e compositor Charlie Mars. Dizem também que a atriz namorou Adam Duritz, da banda Counting Crowns, e que ele escreveu a música Butterfly in Reverse para ela.

O compromisso com a série de TV fez com que Mary-Louise tivesse menos tempo para dedicar-se ao cinema e ao teatro. E com a chegada de seu segundo filho seu tempo ficou ainda mais escasso. Em 2007, aos 43 anos, Mary-Louise adotou uma menina africana chamada Caroline Aberash. Mesmo assim, a atriz arranjou um tempinho para participar do filme O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford como a mulher do personagem interpretado por Brad Pitt.

Sempre envolvida em produções densas, só em 2008, Mary-Louise resolveu participar de algo que seus filhos pudessem assistir: As Crônicas de Spiderwick. Um ano depois, ela voltou ao teatro no espetáculo Hedda Glaber, mas ele não foi tão bem sucedido. Ainda em 2008, Mary-Louise deveria ter estrelado o primeiro filme da saga Crepúsculo, uma vez que ela era a escolha da escritora Stephenie Meyer para dar vida a Esme Cullen. Infelizmente, por conta de conflitos de agenda, o papel acabou ficando com Elizabeth Reaser.

Mesmo com o encerramento da sexta temporada de Weeds, que exibiu seu season finale na segunda-feira, não há motivos para saudades de Mary-Louise: atualmente, ela pode ser vista nas telonas brasileiras no filme Red — Aponsentados e Perigosos ao lado de Bruce Willis e, em breve, estará novamente nos cinemas com o drama Les Passages com Julie Delpy.

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