As caras e bocas de Debra Messing

Ficha Corrida

Nome completo: Debra Lynn Messing

Idade: 42 anos

Signo: Leão

Altura: 1,73m

Estado civil: Casada

Curiosidade: Bateu Nicollette Sheridan (a Eddie de Desperate Housewives) pelo papel de Grace Adler

É alérgica a: flores e perfumes

Trabalhos antes da fama: babá e cozinheira de buffet

Vício do passado: cigarro (largou em 1999)

Está é a sua vida

Debra Messing nasceu em uma família judia na vizinhança do Brooklyn, na cidade de Nova Iorque, no dia 15 de agosto de 1968, filha de Brian, um executivo de vendas de joias, e Sandy, que entre outras coisas foi cantora profissional e bancária. Debra viveu na Big Apple até os 3 anos, quando a família se mudou para uma cidade próxima a Providence, em Rhode Island.

Desde cedo, a pequena Debra já estava envolvida com as artes, fazendo aulas de dança, canto e teatro. “Eu lembro de assistir a série Fame na TV e querer dançar no topo de um táxi,” Messi contou em uma entrevista certa vez. “Eu sempre estava cantando e dançando para minha mãe quando não estava grudada na TV assistindo I Love Lucy ou The Carol Burnett Show.”

Durante seus anos de colegial, ela atuou e cantou em várias produções da escola, incluindo papéis principais nos musicais Annie e Grease. Em 1986, ela foi eleita Miss Rhode Island Junior e competiu por uma bolsa de estudos no Miss América Júnior.

Apesar de seus pais encorajarem seu sonho de se tornar atriz, eles insistiram que Debra estudasse antes de seguir a carreira. Seguindo o conselho deles, ela frequentou a Universidade Brandeis, em Walsham, Massachusetts e, durante seu primeiro ano, estudou no prestigioso British European Studio Group, na Inglaterra.

Depois de formada em 1990, com um diploma em teatro, Messing foi admitida no concorrido programa da New York University, que aceita apenas 15 alunos por ano. Três anos depois, ela recebeu seu diploma de mestre em artes plásticas.

Então, Debra começou a trabalhar no teatro e , em 1993, recebeu elogios por sua atuação na produção pré-Broadway de Angels in America: Perestroika. No ano seguinte, ela já fazia sua estreia na TV como Dana Abandando — a irmã conivente de um dos personagens principais de NYPD Blue.

No cinema, ela debutou em 1995, no filme Caminhando nas Nuvens no papel da esposa do personagem de Keanu Reeves. Esta exposição levou a Fox a contratá-la para co-estrelar a sitcom Ned and Stacey, que girava em torno de um homem e uma mulher que se casam por outras razões que não o amor depois de se conhecerem por apenas uma semana. A série durou duas temporadas. Sobre a experiência, Debra Messing comentou “Eu não tinha a menor ideia do que estava fazendo. Eu fui jogada no fogo e estava aprendendo na frente de milhares de espectadores. Eu praticamente não me lembro dos seis primeiros meses porque eu estava aterrorizada.”

Messing apareceu também em dois episódios de Seinfeld, um em 1996 e outro em 97.Ela chegou a recusar um papel em outra sitcom para aparecer na peça de Donald Margulies, Collected Stories, que estreou no Manhattan Theater Club, um teatro off-Broadway, em 1997. Falando sobre a recusa de um papel na TV para atuar no teatro, ela disse “Um me daria dinheiro e fama. O outro me levaria de volta a razão pelo qual sou atriz — o teatro… Foi a decisão mais importante que já tomei na minha vida profissional. Era sobre correr risco e não olhar para trás.”

Em 1998, porém, a atriz estava de volta a TV na ficção científica da ABC, Prey, sobre uma perigosa nova espécie de humanos, gerada pelo aquecimento global, determinada a matar todos os outros humanos. Apesar da série ter ganhado seguidores fiéis, a série foi cancelada depois de uma temporada.

Honestidade é, provavelmente, a coisa mais sexy que um homem pode dar a uma mulher.

Logo depois, Messing foi abordada por seu agente com o roteiro de uma série de TV sobre uma mulher que vive com seu melhor amigo, que é gay. Cansada depois de mais uma série, ela estava inclinada a tirar ferias, mas o piloto a deixou intrigada. Em entrevista, a atriz relembrou a visita que os produtores fizeram ao seu apartamento certa noite, com uma garrafa de vodka e alguns limões, tentando persuadi-la a se juntar a série, que poderia ser um risco para qualquer envolvido, uma vez que Will seria retratado abertamente gay. “Os produtores tiveram que me assegurar que a prioridade sempre seria fazer o público rir. Não ser crítico. Não ser partidário. Fazer as pessoas rirem. As pessoas saem do trabalho e vão para casa cansadas e elas querem uma distração; elas querem rir. E é por isso que não houve revolta ou gente dizendo que a série estava arruinando a América. Porque ela é engraçada em primeiro lugar.”

Assim, nascia Will & Grace, uma das comédias mais bem-sucedidas da TV americana. A história, como a maioria já sabe (e morre de saudades) girava em torno de Will, um advogado gay, que morava em Nova Iorque com Grace, uma designer de interiores que era sua amiga desde os tempos de faculdade. A história trazia também Jack, o hilário amigo gay de Will e Karen, a secretária rica e desbocada de Grace. Ao intepretar Grace, Debra Messing era frequentemente descrita como a linda mulher que não tem medo de agir como palhaça, afinal a personagem era conhecida por suas caretas e humor pastelão.

A série, dirigida por James Burrows — que também dirigiu sucessos como Cheers, Frasier, Seinfeld e Friends — e criada por Max Mutchnik e David Kohan, foi um sucesso instantâneo e catapultou Messing ao estrelato. Também foi pelo papel que a atriz recebeu suas primeiras indicações a prêmios importantes e pelo qual ganhou um Emmy de Melhor Atriz em Comédia em 2003.

Depois de oito anos em Will & Grace, Debra estava pronta para tirar férias da TV. O que ela não contava era receber o roteiro de The Starter Wife. “Ele era tão inteligente e engraçado, eu me senti compelida a participar.” A minissérie baseada no premiado romance estreou nos Estados Unidos em maio de 2007, um ano depois do término de Will & Grace e, pelo papel de Molly Kagen, Debra recebeu indicações ao Emmy, Globo de Ouro e SAG (o prêmio do sindicato dos atores). E o sucesso da minissérie foi tanto que logo veio a ideia de tranforma-la em série, tendo Debra como protagonista e produtora, mas infelizmente ela não vingou e foi cancelada após 10 episódios.

Enquanto estava a todo vapor na TV, a carreira de Debra no cinema não parou, não. Em 1998, ela foi escolhido pelo próprio Woody Allen para um pequeno papel em Celebridades, filme estrelado por Leonardo DiCaprio. Debra voltou a trabalhar com o lendário diretor em 2002, no filme Dirigindo no Escuro, na qual interpretava a namorada do personagem de Allen. Segundo a atriz, fazer este filme foi um sonho realizado já que ela cresceu vendo filmes dele.

Com o maridão Daniel e o filho Roman

Além desses dois, Messing também participou dos filmes Quero Ficar com Polly, com Ben Stiller; Muito Bem Acompanhada ao lado de Dermot Mulroney; Bem-vindo ao Jogo com Eric Bana e Drew Barrymore e Mulheres — O Sexo Forte com Meg Ryan, Eva Mendes e Annette Bening. No teatro, ela trabalhou na produção off-Broadway de Four Dogs and a Bone ao lado de Mary Louise Parker (Weeds) e na peça de Paul Rudnick, The Naked Truth.

Debra conheceu seu futuro marido, Daniel Zelman, um ator e roteirista, em seu primeiro dia na NYU e logo ficou interessada nele, porque ele era quieto e introspectivo, bem diferente dela. Os dois se casaram em 2000 e quatro anos depois tiveram seu primeiro filho, Roman Walker. Além do cuidado com sua família, Debra também é envolvida em causas sociais como a AmFAR e a Gay Men’s Health Crisis, organizações qeu combatem a AIDS, e a Best Friend’s Animal Sanctuary, que cuida de animais mal-tratados e abandonados.

Agora, se você já está com saudades da atriz, fique tranquilo. Em breve, poderemos ver Debra Messing em Law & Order: SVU, onde ela interpretará uma corajosa jornalista que denuncia pedófilos. Além disso, ela assinou para estrelar uma nova comédia na ABC, Wright vs Wrong que, se tudo der certo, deverá estrear na próxima fall season. Cruze os dedos!

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