As mulheres mais interessantes do Showtime

E você que está aí no aconchego do seu lar, aproveitando o seu feriado, vamos falar de Showtime?

Para quem ainda não está totalmente ligado, o Showtime é uma rede de TV norte-americana e que produz série, geralmente, de excelente qualidade. Depois de algumas acusações injustas de misoginia por parte deste colunista, a postagem de hoje será especial.

E foi pensando justamente nisso que a Top5 decidiu colocar em evidência as mulheres desse canal que vivem situações tão interessantes e fortes. São mulheres especiais, de uma forma ou de outra, que acabarão acrescentando alguma coisa em sua existência de viciado em séries. Boralá?

5º As mulheres de The L Word

A série foi um frisson entre a comunidade lésbica ao abordar o cotidiano de um grupo de amigas de Los Angeles, na Califórnia. Embora o programa seja frequentemente referido como um programa sobre lésbicas, parte das personagens principais tem experiências bissexuais e a certa altura identifica-se como tal. Muitas mulheres, espectadoras da série, passaram a ter uma atitude mais determinada ao se verem retratadas na ficção com tamanha honestidade.

4º A enfermeira Jakcie, de Nurse Jackie

O mundo médico televisivo sempre esteve focado em grandes figuras masculinas na medicina. Geralmente, as mulheres serviam como interesse romântico ou como válvula de escape emocional em séries. A genial Edie Falco encarna uma enfermeira dedicada aos seus pacientes, determinada ao bater de frente com alguns médicos e levando uma vida conturbada emocionalmente. Protagonista em uma das melhores séries do Showtime, mesclando drama e comédia, Nurse Jackie é um interessante olhar sobre as mulheres na área da saúde.

3º A professora Cathy, de The Big C

Outra grande atriz dá vida à uma das mulheres do Showtime. Laura Linney é Cathy, uma reservada professora de história que recebe diagnóstico de que sofre de melanoma maligno, um tipo de câncer devastador, e que e terá pouco tempo de vida. Diante da trágica situação, ela tenta viver com humor e descontraidamente o tempo que lhe resta, mudando a sua vida e a das pessoas à sua volta. Uma história muito bem contada, que chegou ao seu final esse ano. Uma lição devastadora sobre a força da vida e sobre viver seus sonhos, pois, afinal, um dia se morre.

2º A dona de casa Tara, de United States of Tara

Toni Collette, outra atriz conhecida por seus trabalhos no cinema migrou para a TV nesse drama criado por Diablo Cudy e tendo Steven Spielberg como produtor executivo. Tara é uma esposa e mãe com transtorno dissociativo identidade (DID). Depois de decidir fazer uma pausa a parar de tomar sua medicação para descobrir a real causa da sua doença, suas outras personalidades voltam. Cada umas das distintas personalidades que habitam o corpo de Tara vão auxiliá-la nas mais diversas situações envolvendo ela mesma e sua família. Um texto sensível, bem escrito e que, até o momento, faz muita falta devido ao seu precoce encerramento.

1º A dona de casa Nancy, de Weeds

Weeds

Se o seu marido morre e te deixa na miséria, o que você faz, amiga? Nancy decidiu vender maconha para continuar mantendo o seu padrão de vida. Ainda que série tenha se perdido um pouco depois que Nancy saiu do subúrbio, conseguiu um final digno. A medalha de ouro é mais que merecida para essa moça que quebra o coco mais não arrebenta a sapucaia (#videoshowfeelings). Mary-Louise Parker precisou migrar para as telinhas para mostrar o seu talento, ganhar um Globo de Ouro em cima das quatro donas-de-casa desesperadas e ainda ser indicada a três Emmys. Aliás, com Weeds, a Showtime provou ser um ótimo refúgio para atrizes consagradas nas telonas.

E você? Acha que a Showtime tem mais alguma mulher memorável para estar nessa lista? Concorda com a colocação delas? Reclama aí, pessoal!

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