Chicago Fire 2×05 — A power move

‘Não afundem com o capitão. Fiquem com o navio’. E ele estava certo”. — BENNY.

Uma série consegue ser fantástica quando propõe um começo como esse do quinto episódio de Chicago Fire. E quando o episódio se inicia equiparando as paramédicas Gabriela e Leslie, você percebe que a série atingiu o nível de perfeição esperado. Ambas acordam em suas camas, divididas por seus respectivos parceiros. Mas há uma grande diferença aí. As duas continuam brigadas. E se Gabriela acorda ao lado de um cara que está gostando, Leslie está junto a apenas de mais uma curtição de fim de noite, a fotógrafa Devon. As duas personagens femininas da série receberam um tratamento especial.

Boden prova mais uma vez porque é tão querido dentro do Batalhão 51. McLeod estava querendo a cabeça do Comandante e encontrou em Benny o aliado ideal para conseguir seus intuitos. Tanto que promete ao pai de Severide o comando do 51. Memorável ver Boden mandando a encarregada se ferrar e no fim do episódio quando ele declara o amor pelo Batalhão entregando sua carta de demissão. Arrebatador.

A ajuda vem da onde menos se espera. Até o episódio passado, Clarke era apenas um coadjuvante usado para o espectador acreditar que ele era o delator do Batalhão. E já nesse quinto episódio ele ajuda Leslie a enxergar o desperdício de tempo que é ficar sem se resolver com Gabriela. A metáfora da ampulheta usada por ele deve ser levada para a vida inteira.

Chicago Fire 2x05

Esqueça a imagem bonachona de Arthur, o mafioso wannabe “sócio” do Molly’s. Ele é bem mais selvagem do que se imagina. Quebrar o próprio bar e ser o possível causador do incêndio do Game Day corroboram isso.

E Jay revelando sua preocupação com Gabriela confirma que o rapaz é um bom moço e bem apaixonado. Os dois foram um casal perfeito.

Spellman, o delator, está com seus dias contados dentro do Batalhão 51. Genial a sacada dos pedidos de transferência. Uma das melhores do roteiro e que enche qualquer espectador de orgulho.

Severide continua partindo corações. Tudo bem que Zoya tinha interesses ocultos, mas o bombeiro foi muito certeiro em negar o pedido de casamento para que a russa conseguisse o visto definitivo. Melhor para Cruz que enxergou no fora do colega uma oportunidade para, finalmente, conquistar Zoya. Só que a russa também é esperta e pode usá-lo apenas para conseguir seu visto.

E Otis nunca dá uma bola dentro. Tentando animar Leslie, planeja uma festinha. Mas o tiro sai pela culatra e tudo não passa de um grande tédio.

Mills continua fortalecendo seu relacionamento com Isabella, mas falar o nome da ex enquanto se está num momento íntimo com a atual é uma péssima ideia para qualquer começo de namoro.

Destaque para a cena da árvore caída dentro de uma casa. A tensão foi constante com o teto preste a cair ao passo que cortam os galhos da árvore para resgatarem uma garota e um bebê presos.

Sem dúvida, esse foi o melhor episódio da temporada. E a adrenalina só aumenta com a promo do próximo. Haja emoção para aguentar tudo o que os produtores estão fazendo com Chicago Fire. É pra botar fogo mesmo.

Cena fofa: Casey jogando War com Bem e Griffin e os meninos dando conselhos amorosos ao tenente.

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