Chicago Fire 3×02 — Wow me

Kelly, você e eu somos feitos do mesmo material. Já estive onde você está e sei o quão difícil é e sei que tem que fazer algo para lidar com isso” — LINDSAY, Erin.

O segundo episódio dessa terceira temporada de Chicago Fire veio desacelerando um pouco o peso que foi a season première e lidou com as consequências que a morte de Leslie Shay causou em seus amigos, principalmente em Kelly Severide.

Kelly ficou um bom tempo ausente do Batalhão 51 tentando reorganizar as ideias depois que perdeu sua melhor amiga. Ao retornar, contou com o apoio de todos os seus companheiros, especialmente Matthew Casey, que o convidou para passar uns tempos com ele e Gabriela Dawson. Severide aceitou, achando que seria o melhor para ele.

Mas de nada adianta achar ser o melhor mudar de ares se não fizer nada para, de fato, mudar. E é exatamente o que faltou para Severide em todo o episódio. É compreensível esse período de luta que está vivendo e afogar as tristezas no álcool é sempre um recurso válido. O problema é abusar e é isso que Severide está fazendo ao não conseguir lidar com a perda.

Chicago Fire 3x02

Nem mesmo seu relacionamento com Erin ajudou-o. A jovem policial deixou claro que pode ser a amiga a ajudá-lo, mas não será a namorada que fica sentada na varanda esperando o amado. Com isso, o caminho de ambos fica livre para seguirem suas vidas sentimentais dentro de suas próprias séries.

E não é apenas Severide que acha Sylvie Brett, a nova paramédica, semelhante à Shay. O espectador mais atento já havia notado isso desde o primeiro episódio. O que intriga, porém, são as poucas, porém perturbadores, informações lançadas a respeito da moça. Morar em um bairro barra pesada é o de menos, mas deixar aquela quantidade de dinheiro sobre a mesa sem se preocupar é suspeito. Gabriela também sentiu isso.

Por falar em Gabriela, parece que não é dessa vez que ela assumirá seu papel de bombeira. Welch se encarregou de dispensá-la de seu comando. A morena mandou a real e, ao que parece, ele pode voltar atrás. Em contrapartida, se o profissional não está um dos melhores, a vida afetiva está de vento em popa. O pedido de casamento de Casey foi aceito de imediato. Mas com a permanência dela no 51, a união efetiva pode demorar um pouco.

Peter Mills foi outro que teve destaque. Ao ir em busca da família de seu pai, acabou se deparando com uma história antiga de preconceito racial. A mãe revelou a dura verdade sobre o passado. E mesmo que o avô tenha mudado de ideia em querer conhecer o neto, Mills achou melhor manter a distância. Apesar de que isso ainda renderá. E, além do drama familiar, vimos o bombeiro sofrer um apagão durante um resgate. Outro ponto que poderá ser melhor explorado.

Herrmann está empolgado com a ideia de ampliar o Molly’s e a melhor opção veio de Cruz e seu Molly’s ambulante. É aguardar.

Rick Newhouse levou sua filha para passar a semana no Batalhão e esse foi o aspecto mais estranho do episódio. Ainda não dá pra saber a que veio esse personagem, mas alguma coisa boa pode surgir daí.

O mesmo se dá com o chefe Boden e Donna. A gravidez de risco dela renderá momentos bastante angustiantes.

Em seu segundo episódio, Chicago Fire continua instigante e eficiente. Vamos ver o que o próximo episódio reserva?

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