Chicago Fire 3×19 — I’m the Apocalypse

Todas as vezes em que aquelas portas se abrem, há pessoas boas, pessoas fortes, pessoas dando seu melhor, prontas do outro lado”. GOODWIN, Sharon

Todos concordam que depois de I’m the Apocalypse se Dick Wolf precisava aprovar Chicago Med, por mim, ele conseguiu a primeira temporada completa já. No melhor estilo, eu diria Grey’s Anatomy/Shonda Rhimes tragedy, tivemos um dos melhores episódios, que ainda era um #Crossover, do pacote Chicago do produtor. Como oficialmente estávamos em Chicago Fire nada mais justo que dar mais atenção aos nossos bombeiros queridos, mas todo o drama foi muito bem distribuído para apresentar a nova proposta para NBC.

E por onde começar? Bom, o roteiro foi extremamente bem arranjado para colocar os bombeiros dentro do hospital, tudo parece muito simples, mas se você parar para pensar eles já estiveram reunidos no hospital várias vezes nessas três temporadas, no entanto isso se dava na conclusão do episódio ou no meio, geralmente com algum conhecido internado, a grande questão era como coloca-los lá sem parecer uma situação tão forçada, e a equipe de roteiristas arrasaram, como eu disse até que a ideia foi simples, mas as circunstancias soaram muito naturais, então já começamos com o pé direito.

Pausa para o comentário irmãos Halstead, já amo, desde que Will foi apresentado em CPD, pudemos notar que os dois irmãos não tem muito em comum, algumas feridas do passado podem até não ter separado eles, mas claramente existe algum rancor ali, enfim, quase morri do coração quando apareceu aquela mulher na casa do Jay, porque já pensei no fim definitivo de #Linstead, mas ela era do outro Halstead, reforçando a personalidade “mais livre” do cirurgião.

apocalypse

Voltando para Chicago Med, falando do hospital, mas invariavelmente já citando o novo spin off, outra jogada que precisava ser feita e é claro foi genialmente articulada, os bombeiros precisavam manter-se no hospital, foi aí que entrou o espírito Shonda, que na verdade Dick Wolf tem há tanto tempo quanto, se não há mais tempo que ela, não tenho certeza, só citando Shonda porque ela é a mais pop. No momento em que todos estão reunidos no pronto socorro, um homem bomba, que na verdade era apenas um homem com uma granada, afinal o hospital precisa ficar de pé se quisermos uma nova série, se pronuncia, no entanto ele não tem só uma granada, ele alega carregar um vírus pior que o ebola.

Pequena observação, achei meio preconceituoso, o que é uma tendência natural dos americanos, infelizmente, sempre associarem árabes ou culturas similares a personagens com tendências terroristas, todos sabemos que essa é uma realidade, mas minha opinião pessoal é a de que, principalmente uma mídia de entretenimento deveria se preocupar em diminuir esse tipo de estereótipo.

Outra prova de que estávamos todos assistindo um episódio excelente, é que, não sei se todos se sentiram assim, mas todo mundo sabia que o tal vírus era furada e todos sobreviveriam, inclusive o doido do Severide que se jogou praticamente em cima do cara com a granada, certo? No entanto, aposto que todo mundo estava extremamente tenso até o momento em que Hermann anunciou finalmente que tudo estava bem. É disso que eu estou falando quando já comecei elogiando os roteiristas e Dick Wolf, ser capaz de apresentar uma situação que não pode ter um final diferente do que podemos prever e mesmo assim manter o público na ponta da cadeira até o último momento.

Desde que foi anunciada oficialmente, Chicago Med tem sido introduzida aos poucos, principalmente em Chicago Fire, que é a série que tem mais ligação obviamente, o que é bem bacana, porque seria meio estranho do nada surgirem com I’m the Apocalypse, por mais que o spin off já tivesse sido anunciado, sem preparar os fãs, e além de April, Will e a Dra. Kendra que nos foram mostrados antes, lembro também da personagem que apareceu em Call it Paradise (3×14) a pediatra, não lembro o nome dela nem tenho certeza se ela fará parte do elenco, pois ela não apareceu neste episódio, enfim tivemos a Dra. Hannah Tramble, que já sabemos é uma atriz fodona, pois ela costumava ser a Andrea de TWD, Dr. Charles (Oliver Platt, sempre genial), Dra. Diane Claman e Sharon Goodwin, e como pudemos ver Chicago Med vai vir com força, então segurem os coraçõezinhos frágeis.

Mais uma pausa merecida para os flashes da Shay enquanto Kelly quase morria durante uma cirurgia improvisada, nunca vou superar a perda desta personagem e estou aguardando mais personagens do meio GLBT que andam em falta, só acho.

Enfim, não vejo melhor forma de apresentar uma série nova, se não a que foi feita neste episódio, salvo que se nada der certo, o que me parece improvável, pode apenas contar como uma excelente episódio de Chicago Fire. Por último, mas não menos importante, preciso registrar aqui meu ódio por #Dawsey nesse momento, finalmente eles regiram e a Gabriela me dá uma daquela? “Isso é apenas uma reação ao dia tenso que tivemos”, e o Casey ainda concordou, simplesmente eu desisto desses dois, e tenho dito.

P.S.: WTF? Chicago Fire volta em 21 de abril? Peter saindo provavelmente para entrar em Chicago Med, todos notaram ele super interessado nas táticas da Dra. Hannah e #CrossoverEvent dia 28 que todos amam! 😉

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