Chicago P.D. 2×14 — Erin’s Mom

Alguns homens não merecem andar sobre a terra”. OLINSKY, Alvin

Esqueço que Dick Wolf é responsável pela franquia Law and Order, especialmente SVU, que é uma série cheia de histórias bem pesadas, por isso me surpreendo quando os episódios de Chicago Fire e Chicago P. D., vem tão intensos e com contextos tão intrigantes, para dizer o mínimo. O caso do assaltantes “denunciado” por ninguém menos que Bunny, a mãe de Erin, poderia ter sido apenas mais um caso, mas os roteiristas mais do que preparados para nos surpreender nos entregaram um episódio fantástico, chocante, com muita ação e emoção.

Erin’s Mon pode não ter sido um dos melhores episódios da temporada, confesso, mas assim como aconteceu com sua série irmã, a qualidade tem se mantido alta, correspondendo às expectativas sobre os assuntos abordados, o formato da série não permite atuações poderosas, como acontece em The Walking Dead, por exemplo, mas com um elenco muito bem escalado, na verdade ouso dizer que o elenco é bom demais para um programa que não exige tanto, não é difícil para os produtores manterem padrões tão bons.

Finalmente, depois de algumas aparições de Bunny, descobrimos como Hank se sente com relação a volta dela para a vida de Erin, o que já era de se esperar é que ele detesta a ideia de ver sua cria sendo arrastada pelas mentiras ou meias verdades da mãe biológica, pois descobrimos que apesar de melhor, Bunny ainda tem um longo caminho para trilhar se quiser se tornar realmente digna, o que é bem característico nos trabalhos das produções de Dick Wolf, nada é solucionado por mágica quando o assunto é a vida pessoal dos personagens, os crimes vão e vem culminando em finais felizes ou não, mas quando o assunto é o núcleo principal, as coisas tendem a não acontecer tão rápido, ao menos não quando dá pra enrolar um pouco se for render mais pano pra manga no futuro.

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Por falar em assuntos não acabados, todos sabem sobre o que é o quote citado no início desta crítica. Enfim, não vou mais me mostrar empolgado demais com #Linstead, já que a qualquer momento toda felicidade contida em ver meu casal favorito finalmente junto, pode acabar, mas por enquanto o problema é contar para Voight sobre o envolvimento dos dois, e, por favor, não me diga que ele não sabe, ele é o Voight certo? Ele sabe de tudo, sempre, ou quase sempre, mas enfim, vamos ver o que acontece sobre isso, ele não encrencando para separar os dois já é grande coisa pra mim.

De qualquer forma é bom que, nem só de problemas vivem nossos detetives, voltando ao centro do palco, Antonio se deu bem nesse episódio, desde o #CrossoverEvent ele tem ganhado mais espaço, no jogo de dança das cadeiras que é Chicago P. D. quando o assunto é estar sob os holofotes, vimos um pouco de pele e calor latino, no frio de Chicago só assim pra ver nosso personagens favoritos com menos roupa. Um sonho ter episódio com cenas do Halstead sem roupa como há algumas semanas.

Desta vez uma parte do elenco, que arrisco dizer, tem me surpreendido, Platt, Roman e Burgess, ficou um tanto apagadinha, Ruzek preocupado com a segurança da amada foi fofo, mas tirando a perseguição ao bandido bizarro da noite, que foi capaz de afogar pai e filho no rio congelado de Chicago só porque seu golpe não deu muito certo e Truddy sendo consolada por Nadia, depois da fuga do mesmo cara da delegacia enquanto ela atendia a mesa da frente, não houve muita coisa a respeito do trio e não, eu não gostava do Roman quando ele entrou na série, mas fazer o que se ele é muito fofo? Sou assim mesmo, tenho coração mole para essas coisas. Por fim, entre mortos, feridos e mães de família vingativas, tensa a história da mulher que perdeu o marido e o filho, depois conseguiu matar o bandido com um tiro a queima roupa na frente da delegacia, deixando Ruzek e Papa Smurf muito comovidos, Chicago P. D. está salva, para uma pessoa como eu, que não gosta muito de dramas policiais, é a melhor da categoria, pois é a única que eu assisto e amo demais. Então, por hoje é só pessoal!

P.S.: Não vou comentar o promo de “What dou you do”, porque foi demais para mim.

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