Chicago PD 4×07 — A Dead Kid, A Notebook and a Lot Of Maybes

Dick Wolf e sua equipe decidiram nos deixar de coração partido essa semana com A Dead Kid, A Notebook and a Lot of Maybes

Seu pai ficaria feliz por você agora. Não só pelo que você fez, mas porque acabou!” HAUSTEAD, Jay

É sempre mais difícil quando os casos abordados por Chicago PD ou qualquer outro drama policial, envolvem crianças. Em seu sétimo e ótimo episódio, não foi diferente, o caso chegou a ser surpreendente pelas reviravoltas bem elaboradas do roteiro.

Quem já está acostumado com séries investigativas, talvez já tenha visto algo parecido. Nem por isso podemos descreditar o mérito a esse episódio que veio com uma narrativa extremamente delicada.

A expectativa pelo promo liberado na semana anterior era de que fôssemos lidar com um caso de crianças problemáticas querendo se vingar de bullies da escola. Então o episódio começa e um dos jovens que planejava a ação terrorista aparece morto.

Chicago PD

O terreno começa a mudar para os detetives, acostumados a sempre procurar o pior nas pessoas. Todos pausam e admiram a tela por alguns segundos a mais quando Haustead toma a liderança do caso, que se mostrou muito mais complexo com o passar do episódio.

Se A Dead Kid, A Notebook and a Lot of Maybes serviu apenas para enrolar o público, agradecemos por isso, pois nos vemos naquele momento em que o procedural preenche as lacunas primordialmente.

No entanto não tivemos apenas o procedural nesse episódio. Enquanto os detetives lidavam com um caso delicado e cheio de pontas soltas, tivemos Alvin se dando um pouco mal enquanto tenta fazer o que é certo para Michelle.

Não podemos dizer que sua esposa tenha sido injusta, mas quem saiu de vilã da história foi ela. A repercussão dessa decisão acabou estragando o romance de #Burzek, tudo porque era mais conveniente para o roteiro. Não pensaríamos em Ruzek como primeira opção de Alvin para procurar abrigo.

Outro caso em relação a #Burzek foi que ficamos no vácuo sobre o que era o jantar. Aquela esperança de que Adam fosse querer se casar com Kim o quanto antes morreu com a moça segurando a garrafa de vinho na porta.

A parte que não deu pra entender foi o conflito pessoal de Atwater. Não houve momento algo em que Hank duvidasse da capacidade do detetive, para começo de conversa. Concordamos que tratar do assunto etnias na série sempre foi algo forte. A cidade onde ela se passa tem isso enraizado.

Ainda sim, não fez muito sentido o novo clube para o qual o detetive entrou. Provavelmente trata-se de um problema a ser resolvido em Chicago Fire sobre a amizade entre Boden e Patterson. De qualquer forma, até Mouse tem ganho mais espaço que Atwater; era bom mesmo o personagem aparecer um pouco.

Entre mortos e feridos tudo acabou relativamente bem. Erin finalmente parece recuperada e até oferece ajuda a Sean. Foi bonitinho da parte dela, afinal ela sabe bem pelo que o colega está passando.

Agora só nos resta esperar mais revelações na próxima semana. Não se esqueça de deixar sua nota para esse episódio no placar abaixo. Antes uma amostra do que está por vir em Forget My Name:

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