Divine, uma websérie frustrante

Sinceridade no título é tudo, né? Nesse caso, não podia ser diferente, até porque as expectativas sobre Divine eram as melhores possíveis. Para saber mais sobre essa websérie, e as frustrações que ela provocou, fique ligado na Transmídia!

Elenco e produção

Quando os fãs de webséries, de temas maniqueístas (Bem x Mal) e de Supernatural — no meu caso, as três coisas juntas, mas existem as distinções! — ficaram sabendo que Misha Collins, o anjo Castiel da série dos irmãos Winchester, estava engajado num projeto à la Constantine, as expectativas eram as mais otimistas!

Quer mais uma razão técnica? O diretor de Divine é Ivan Hayden, supervisor dos efeitos especiais de Supernatural. Mais um suposto trunfo para a websérie, que se propõe moderna ao aderir ao formato, aliada ao “DNA de HQs, filmes de aventura e intriga sobrenatural”, como o site oficial define.

No elenco estão Dan Payne (o Kull Warriors de Stargate SG-1) como o protagonista Cesar Divine, Ben Hollingsworth (Suits e CSI: Miami) como Padre Andrew, Allen Sawkins (de Unforgotten) como Diácono Jim, e John Emmet Tracy (que deu as caras em Fringe e Psych) como o suposto vilão Scorn.

O elemento feminino fica por conta das belas Lisa Marie Caruk e Chasty Ballesteros (ambas já participaram de Supernatural e Smallville), respectivamente a loira perigosa Lon, e a “assistente-escudeira” de Divine, Jin.

A websérie

O primeiro websódio de Divine é bastante empolgante, e faz você pensar que a série será ótima. Mas os efeitos fracos e a péssima atuação de alguns personagens no decorrer dos próximos (até agora foram ao ar seis no total) desagrada muito, sem falar da “suruba mitológica” que mais deixa o espectador confuso do que dá sentido à trama.

A história conta como um jovem sacerdote (Hollingsworth) deve chegar a um acordo religioso consigo mesmo após uma crise de fé. Com livre-arbítrio do homem balanceado, o sangrento conflito em torno do ser imortal conhecido como Divine vai levá-lo ainda mais dentro de sua religião do que nunca sonhou possível.

Para se ter uma ideia da confusão provocada pelo roteiro, as poucas vezes em que o personagem de Misha Collins (Padre Christopher) apareceu somente serviram para nos deixar com dúvidas. Ele é um padre em crise? Foi possuído pelo demônio? Quem diabos — com o perdão do trocadilho — é ele afinal?

Mas se isso pode parecer um questionamento saudável, não se engane. A má impressão do segundo websódio, com um bebê mutante e uma “mãe dragão” ainda não sairam da minha cabeça! Muito bizarro…

Se você ficou curioso, todos os websódios de Divine podem ser conferidos pelo site www.divinetheseries.com. Pelo que entendi da proposta inicial, haverá mais websódios de acordo com o feedback do público…Vamos aguardar!

Enquanto isso, confira o teaser abaixo:

O que você achou de Divine? Concorda com a nossa análise? Deixe seu comentário abaixo, e sugestões para as próximas webséries da Transmídia! Até quarta!

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