E.R.: Day One — S01E03

Mais um review de Box Fechado do mês, E.R., episódio três, que vem com o título “Day One”… Não entendi o motivo, mas posso dizer que nesse dia houve de um tudo no hospital. Vamos enumerar as esquisitices?

Recebemos uma prost. com alergia, uma recepção de casamento onde todo mundo estava com ânsia de vômito (inclusive a noiva), um grupo de turistas alemães com o mesmo problema (descobre-se que tanto os turistas quanto os da festa estavam no mesmo local), rola um banheirão entre Dr. Greene e sua esposa, um rapaz dorme na praia e chega com ensolação (meio branco, meio vermelho — quase um napolitano!) e vamos parar por aqui…

E como começa todo este rolo? Dra. Lewis está dormindo, até que é acordada… Uma criança está com problemas respiratórios e ninguém sabe o motivo. Ela descobre: um pequeno brinco entopia as vias respiratórias da criança, mas isso não a salva, é preciso um drama… Uma massagem dessas de ressucitação, que acaba dando certo para alívio dos pais.

Mas enquanto tem pai saindo feliz do hospital, um não teve tanta sorte. Um rapaz inconscequente causou um acidente de transito atingindo o carro de uma família. A filha do casal sobreviveu, mas a mulher não conseguiu resistir. Triste cena que nos mostra a realidade dos médicos quando Dr. Benton vai dar a notícia e ainda tem que perguntar se a esposa doaria os órgãos. E.R. faz a gente pensar em várias coisas.

E, traçando um paralelo, Dra. Lewis abre o episódio exatamente como Dr. Green acordou no piloto. Será que esta é uma maneira de traçar qual é o personagem importante da vez? Pq nesse Dra. Louis até aparece mais mesmo. Ela peita o Psiquiatra do Hospital na tentativa de encaixar um de seus pacientes na ala dele. O cara não quer, mas uma hora ela passa por cima e mostra quem manda. O Psiquiatra é o pai do Jack de Lost… Depois descobrimos que os dois moram juntos, quando ao final do episódio a Dra. aparece em sua casa conversando com alguém sobre o caso e, quando vemos, ele está deitado na cama. Legal isso!

Outro relacionamento que começa a aparecer é o de Doug Ross e a enfermeira Carol Hathaway, que havia tentado se matar no episódio piloto. Douug vai até a casa da enfermeira com um ramo de flores, mas a cena é um tanto tensa. No começo nem a mãe de Carol quer deixar a filha atender a porta, o que nos deixa com a pulga atrás da orelha: Doug se culpava pela tentativa de suicidio de Carol, como percebemos ao acompanhar uma conversa dele com Greene, e depois a mãe da enfermeira se mostra receosa com ele… Aí tem coisa.

Mas esse não é o único casal em crise na série. Enquanto Doug e Carol estão separado mas podem voltar, Greene e sua esposa estão juntos, mas ao que parece nem tanto. Apesar da galera do hospital ter flagrado a moça pagando um cat pro cara em um dos quartos da área de emergência, eles claramente passam por algumas divergências. Ela passou na prova da ordem dos advogados, ao que parece eles têm que decidir se vão mudar de cidade, ou de vida. Dr. Greene parece muito preso ao hospital.

E isso fica claro já no episódio piloto, quando ele visita uma clínica milionário cujo dono ou representante estava interessado em tê-lo na equipe. mas Greene é altruísta. Ele não quer servir àqueles que tem dinheiro, ele quer continuar no General Hospital, onde toda sorte de gente aparece, desde mendigos a velhas senhoras loucas.

Acho interessante os pequenos detalhes da cena do casal discutindo aos fundos da casa, onde um trem passa sempre, atrapalhando o ambiente, causando barulho, como que cortando a relação, e também a cena que acaba aí.

Quanto ao Carter, um dos personagens mais carismáticos desse começo de série, vêmos ele lidando com tudo à sua maneira ainda descoordenada. Ele é colocado para cuidar de um senhor, Zambono, que apo que parece está muito bem, mas do nada sofre uma parada cardíaca e Carter o ressucita sozinho, o que o deixa orgulhoso. É ele quem atendo o grupo de turistas alemães e tem que fazer um exame nojento em cada um deles. Não vou dizer que tipo de exame.

Ele atende um por um, mas depois chega um comitê com 200 pessoas que estavam no mesmo estabelecimento que os turistas. Imagina isso! Diversão em dose dupla, tripla… Enfim! Depois ainda atende uma prostituta que fica dando em cima dele e o espera no carro quando ele termina o turno. Sem dúvida Carter atende casos muito interessantes. rs

Download: E.R.: Day One — S01E03 (RMVB Legendado)

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