ER: 24 horas, Episódio Piloto — S01E01 e 02

Como já anunciamos no nosso podpcast (S02E02), o próximo Box Fechado do Box será a série E.R., que se encerrou nos Estados Unidos há alguns dias. Por isso baixei algunas episódios no meu Tivo (acredita!) e comecei a reassistir a série, que by the way eu já assistia pq tinha o box aqui na estante… Mas sabe como é aluno aplicado, né?

Então, já que vou assistir a primeira temporada inteira de novo, pq não escrever reviews sobre ela? Achei que seria uma bela maneira de aproveitar para encher esta parte do box que só tem recebido Ally McBeal.

O episódio começa com Dr. Greene sendo acordado por uma enfermeira. Eu adoro essa cena e a representação dela sobre a passagem do tempo, pq é dessa maneira mesmo que acontece quando a gente tá na cama, acorda mais cedo e pensa, “poxa, ainda posso dormir mais um pouquinho”… Daí a gente fecha os olhos e o despertador começa a gritar.

Daí pra frente é só correria. Somos apresentados ao cotidiano turbulento do General Hospital de Chicago, ambiente totalmente inspirado no livro do falecido Michael Chricton, que tambpem cumpre papel de produtor da série. A apresentação dos personagens acontece rápida, mas não poderia ser mais perfeita.

O jeitão ranzinza e superior do Dr. Benton, a inocência e a ânsia de Carter, o bom mocismo do próprio Dr. Greene, a ironia da enfermeira Carol, o jeitão meio que boêmio do Dr. Ross etc… Tudo isso é fixado em nossa cabeça enquanto acompanhamos a equipe tratando dos doze pacientes que chegaram de uma hora para a outra após um acidente em um prédio.

Pq Pronto Socorro é isso. Uma hora você está dormindo num dos quartos vazios, no outro você está salvando paciente no corredor, pois não há quartos para colocá-los dentro. E, além de conhecer a equipe, também conhecemos os mais estranhos e divertidos casos médicos. Os pacientes podem mudar, mas as histórias que eles trazem acabam se tornando um paciente à parte. Quem não lembra de um caso tratado em E.R.? Talvez alguém que não tenha assistido a série, claro.

Quanto as minhas observações, gosto do drama que é adicionado com a tentativa de suicídio da enfermeira Carol Hathaway. Já era um pouco clara a relação entre ela e Dr. Ross, depois disso a coisa aumenta. Bom, já sabemos qual o final do casal, certo? Agora é meio óbvio falar sobre isso. Até pq o caso é desenvolvido fora do piloto. Mas achei legal lembrar que isso vem desde o começo.

Falando em começo, tb adoro o fato de que o resultado do primeiro caso de vida ou morte da série resultou em vida. Lembra daquela mulher que chega grávida em um taxi e que dá a luz ao bebe? A cara do Carter de “eu amo o meu trabalho” não poderia ser mais adorável. Dá vontade de ser médico até.

Ainda sobre o Carter, impossível não simpatizar com um personagem que quase cumpre com a nossa função dentro da tela. Para ele, assim como para qualquer um de nós, tudo ali é novo. Ele está se ambientando, como nõs estamos. E eu não culparia ninguém por passar mal como Carter passou. E.R. é meio sanguinário demais!!!

Aliás, falando em algo que é impossível não simpatizar, vamos abrir um espaço para comentar George Clooney. O cara foi um dos grandes sucessos da série, tipo super trunfo. E é sacanagem o que fizeram… Colocar o George Clooney todo bonitão defendendo os direitos das criancinhas? Bonzinho daquele jeito? Ah, por favor produtores! Aquilo foi golpe de mestre. Acho que isso já explica o sucesso da série por quinze anos, mesmo depois do ator ter saído. Todo mundo queria ver o retorno dele. rs

Para encerrar a rotina de 24 horas no hospital, depois de ter visto de um tudo e mais um pouco, Dr. Greene volta ao seu descanso para como em um segundo depois ter que acordar, sabendo que já está na hora. Destaco uma frase do personagem ao Carter. Uma frase que resume bem os dois personagens:

“Existe dois tipos de médicos: os que passam por cima de seus sentimentos e os que se mantêm com eles”.

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