Fringe 4×11 — Making Angels

Uma série que está na corda bamba do cancelamento criar um episódio centrado quase que exclusivamente numa personagem coadjuvante à essa altura do campeonato é algo que se deve admirar. Agora… fazer esse mesmo episódio ficar excepcional aos olhos dos fãs é algo quase surreal. Mas, senhoras e sonhores, Fringe está aí para nos provar que isso é possível!

Sim, esse episódio foi da Astrid e ninguém tasca. Melhor dizendo, DAS Astrids. Acho muito interessante, criativo e incrível as maneiras que Fringe se utiliza pra mostrar como as mesmas coisas de universos diferentes podem ser tão, drásticamente falando, diferentes umas das outras. E o mais gratificante de tudo isso é perceber que, não importa quem seja, como até mesmo uma coadjuvante, possa ser essencial para que toda a história caminhe como deve ser. Explico com exemplos. Não consigo imaginar de maneira nenhuma essa Astrid do lado de lá ajudando nosso querido e ingênuo Walter a resolver os casos que a nossa Divisão Fringe recebe. Entendem onde quero chegar?

Isso é ótimo porque faz com que a série e seus personagens sejam únicos, mesmo havendo um ou dois (ou milhões) de cada um. Isso é Fringe, e são esses detalhes que me fazem amar mais e mais a série.

Ok. Agora falando do caso da semana, devo de novo comentar a participação dos Observadores no episódio. Tudo bem que a trama do homem que via como a pessoa morreria foi criativa, mas não consigo pensar em nada além de que fizeram isso somente para nos mostrar como é a vida dos Observadores e como eles vêem as coisas ao seu redor.

E pra isso novamente usaram nosso querido September para esclarecer as coisas, mesmo ele não aparecendo no episódio. Sinto que o mistério dos Observadores será logo desvendado. Pena que com isso com certeza virá o fim da série junto.

GLYPH CODE: Nesse episódio apareceu a palavra “EMPATH”, que no nosso português pode ser traduzido para “empata” ou “empática” que, teoricamente falando, significa “pessoa que tem a habilidade de detectar e manipular as emoções de outras pessoas”. Não consigo pensar em nada que se encaixe nessa palavra, a não ser se pensar nas duas Astrids. Mas, sobre isso, deixo as teorias sobre o código para vocês nos comentários. Alguém tem alguma?

PS1 — O grito da Astrid ao ver sua “cópia” junto com a frase da Olívia foi a melhor cena DA SÉRIE! HAHAHAHAHA

PS2 — Quero deixar registrado meu super contentamento com os efeitos visuais e especiais. Aquela cena em que as Astrids pegam uma na mão da outra foi realmente fascinante, em termos de efeitos. Parabéns, Fringe.

PS3 — Vimos pela primeia vez como os Observadores entram e saem das cenas que merecem ser oberservadas. Magnífico! *-*

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