Fringe 4×15 — A Short Story About Love

E parece que o final de Fringe realmente se aproxima. Após revelar detalhes do maior mistério da série no episódio passado, agora foi a vez do maior mistério da temporada ser esclarecido. De uma maneira bem educacional, ficamos sabendo onde realmente estamos. Sim, é isso mesmo, nunca saímos do nosso querido universo azul!

Mas antes de falarmos mais sobre isso, quero comentar o caso da semana, que foi bobo, chato e sem importância alguma. Sim, porque eu não vi relevância com a trama atual da temporada e serviu, ao meu ver, apenas para mostrar para todos nós que o amor anda em alta na série. Não digo apenas amor entre casal, até porque, como o próprio September disse, o amor foi o que trouxe Peter de volta, e aliás, olha mais uma resposta aí.

E sobre essa questão de Peter ter voltado de onde é que ele estivesse por amor, vi muita gente falar que Fringe está virando a “nova Lost”, só que no mal sentido, se é que me entendem. Eu, particularmente, assim como em Lost, diga-se de passagem, achei todas as explicações plausíveis e aceitáveis.

Darei alguns exemplos de que essa não foi a primeira vez que o amor é o responsável por alguma coisa na série. Foi graças ao amor que Walter atravessou o universo para poder curar Peter da sua doença. Foi graças ao amor que Olivia fugiu e voltou para o nosso universo na temporada passada. Foi graças ao amor que Peter resolveu usar a Máquina do Apocalipse. Então, por que não podemos culpar o amor de ser o responsável por fazer Peter voltar à existência? Alguém tem alguma coisa contra?

Outra coisa interessante de se ver foi o destaque no amor (olha ele aí de novo) platônico de Lee. Coitado, senti muita dó dele olhando para Olivia sem ter jeito de falar nada para ela sobre como ele se sente. Será que Peter, agora que finalmente está com Olivia novamente, terá aí um concorrente para brigar com ele? Eu acho que não, mas que será interessante ver esse trio juntos em cenas futuras, isso eu tenho certeza.

E, finalmente, cá estamos nós onde nunca realmente saímos. Peter está em seu universo e já tem a companhia de sua Olivia para ajudá-lo a trazer tudo de volta como nós conhecemos. Será isso possível? Será que isso acontecerá? O que virá agora? Não sei dizer, e na verdade nem tento criar essas teorias pois sei que elas serão quebradas de um jeito espetacular lá na frente, então tudo o que quero é curtir o caminho até lá. Você vem comigo?

E antes de terminar, queria deixar aqui registrado minha gratificação para/com os roteiristas por essa jogada de mestre em criar esse quebra-cabeça em nossa mente. Hora achávamos uma coisa, hora outra completamente diferente, e tudo isso de um jeito totalmente criativo e lógico. Palmas pra eles, eles merecem.

GLYPH CODE: A palavra dada foi QUILL, que em português pode significar franzir/dobrar. A única teoria que tenho a respeito seria o universo amarelo se tornando azul novamente. Alguém arrisca mais alguma coisa?

PS: Final do episódio LINDO!
PS 2: Muito interessante ver o aposento de Semptember e suas bugigangas. E aquele óculos? AWESOME!

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