Fringe 5×03 — The Recordist

Após três episódios dessa última temporada de Fringe, qual seria o balanço? Está boa? Está ruim? O que vocês acham?

Vendo aos episódios como um todo, eu diria que a trama está lenta. O episódio passado serviu basicamente apenas para recuperar a primeira fita e pôr mãos em seu segredo, aquela pedra que eles precisam para por em prática o plano de Walter e September contra os Observadores.

Não estou dizendo, de maneira nenhuma, que não estou gostando… até porque os escritores possuem uma inteligência e criatividade fora do normal, que conseguem sempre fazer de episódios “filler”, os melhores das temporadas. Só acho que a trama central do final da série está caminhando muito lentamente e sem muito impacto.

Sabemos que os episódios de Fringe são lindos e tocantes desde a segunda temporada… E aqui novamente não foi diferente. A história do pai que quis fazer história e se tornar o herói de seu filho, foi de tocar o coração. Mostra que o amor, tão importante dentro da própria série, ainda existe, mesmo nesse mundo pós-apocalíptico.

É nítida a diferença no tratamento familiar entre Peter e Olivia com Etta. O instinto paternal de Peter parece ser muito maior do que o instinto maternal de Olivia. Podemos notar isso pelas ações deles nos episódios passados. Mas é preciso ressaltar uma cena que chamou muito a atenção neste episódio: quando apareceu a marca na pele de Olivia e eles perceberam que estavam todos contaminados, Peter não se verificou. Muito pelo contrário, foi na hora ver se sua filha também já estava com aquele sintoma.

Isso ressalta o receio de Olivia em ser mãe. Isso não quer dizer que ela não goste de sua filha, mas que tem um bloqueio nesta relação. Eté certo ponto, “entendível”. Isso a faz ser mais fechada sentimentalmente nessa nova realidade onde agora ela vive.

Tudo é novo pra ela. Mas foi realmente interessante ela “quebrando essa barreira” ao final do epispodio, naquele simples gesto de carinho na perna de Etta dentro do carro.

E é isso. Fringe sabe contar suas histórias, lentas ou não, e o rumo em que tudo segue está agradável. Poderia ser melhor, mas ainda está satisfatório. Esperamos que logo nossos amados personagens partam mais para a ofensiva contra os Observadores… Vamos ver do que eles são capazes.

GLYPH-CODE: “Anger” foi a palavra dada, que quer dizer “ira” ou “raiva”. Suspeito que seja uma dica de como os Observadores ficaram depois daquela busca frustrada atrás do carro do Divisão Fringe. Alguém tem alguma outra teoria? Divida com a gente nos comentários.

PS1 — GEEEEEEEEEEEEEEEENE SUA LIIIIIIIIINDA * — — — — * (pra quem não a viu, ela está no ambar dentro do laboratório)

PS2 — Gostaria de saber mais sobre esse tal Donald. Qual seria seu grau de amizade com Walter? Será que ele ainda está vivo?

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