Glee 5×01: Love Love Love

Glee voltou e eu já vou começar logo de cara mandando um beijo pra quem torceu pra que a série, que um dia já foi incrível, ganhasse um novo reviewer. Prometo que paro em maio de 2015, ok? Mas vamos ao que interessa.

Finalmente terminou o maior hiato da história da Glee. Sinceramente, não via a hora de saber como a 4ª temporada irá terminar, porque, né? Quem pode dizer que aquilo que tivemos em maio foi um finale? Ninguém.

Serei obrigado a confessar que me surpreendi com esse retorno. Esperava algo bem pior, principalmente pelo ritmo impresso na reta final do que, por questões contratuais, irei chamar de 4ª temporada. Nada fazia muito sentido, pouco foco em NY e muito destaque pro quarteto de novatos que não acrescentaram nada à série. Ao que parece, esse erro foi corrigido, pelo menos nessa estreia.

Marley, Jake, Ryder Lynn e Wade praticamente serviram como figurantes nesse episódio. Apenas Kitty ganhou destaque com aquela história com ares de acho que já vi isso antes. E já vimos mesmo, já que Kitty cada vez mais parece um híbrido de Quinn e Santana. Pena que nem tão dissimulada quanto a primeira, nem tão histriônica quanto a segunda.

Enquanto Artie fica às voltas com um plot previsível e de curta duração, Blaine continua sendo Blaine, ou seja, o cara mais fofo do mundo enfiado em uma calça muito justa. Duvido que alguém não tenha pensado em matar Kurt caso ele respondesse não ao pedido de casamento do garoto, que se deu ao trabalho até de chamar aquele coral de surdos inexpressivo (pun intended) para a ocasião. Alguém sabe porque Sam ainda está ali? Melhor, alguém sabe porque Sam ainda está ali usando roupas?

Lea Michele THUMB

Sue finalmente chegou no topo do McKinley. Jane Lynch continua maravilhosa. Iqbal Theba também é ótimo, mas só comento mesmo esse plot quando Sue colocar Becky como secretária, com liberdade total dentro do colégio. Aí sim vai valer a pena continuar acompanhando o que acontece em Ohio.

Infelizmente Nova Iorque teve muito pouco a apresentar, mas como é sempre bom ter Lea cantando, e temporada passada sofremos com a falta desses momentos, sou obrigado a dizer que foram os melhores momentos do episódio. Me julguem.

No fim, Love Love Love foi mais um episódio homenagem típico, com muita música e pouca história, mas, mesmo assim, conseguiu ficar acima da média do que foi apresentado temporada passada. O problema é saber que eles conseguem fazer coisas como The Break Up, fica a impressão de que falta cuidado com algo que começou muito bem.

Musicalmente, bem, foi um episódio dos Beatles, então é óbvio que as músicas foram ótimas, mas esperava versões mais interessantes, e não simples covers. Poderiam ter feito alguma versão mais jazzy para Artie, ou dar mais liberdade para Rachel e Santana em A Hard Day’s Night, mas preferiram ficar em terreno seguro. Destaque para I Saw Her Standing There, que reproduziu com alguma graça os vídeos e filmes dos Beatles (nunca entendi pra quê toda aquela correria) e para a versão delícia de Got to Get You Into my Life, com a fanfarra e Kurt voltando a cantar bem.

Essa semana teremos a segunda parte (desnecessária?) desse tributo e, aí sim, o momento mais esperado dos últimos três meses: o tributo à Cory. Se aquelas fotos divulgadas, com Rachel de casaco rosa e sentada na beirada da cama, já deixaram todo mundo apreensivo (apesar de serem da estreia, como descobrimos agora), imaginem como vai ser esse tributo.

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