Glee 5×05 — The End of Twerk

E, Hannah Montana, pode voltar à sua bola de demolição que a fizeram comprar na Home Depot, assim como o quarto que teve que demolir, com uma parede faltando.” — SYLVESTER, Sue

Depois de um começo surpreendente e de dois ótimos episódios, Glee volta à normalidade. The end of twerk ficou longe de The Quarterback, mas nem por isso foi ruim. De todo.

Episódio padrão de “temos que encontrar um diferencial para ganhar as Nationals”, ou seja, nada de novo aconteceu de verdade, mas pelo menos tivemos mais um pouco do que fazia Glee ser uma boa série.

Dessa vez, Will teve a ótima ideia de fazer seus alunos dançarem o twerk — que em inglês também é um verbo e soa muito melhor do que tentar encontrar uma forma de usar a expressão em português. Desculpaê. E é claro que ele tinha que participar. Resultado: vergonha, muita vergonha. Ainda estou esperando pelo momento em que Ryan vai revelar que Will é pedófilo, ou que ele tem sérios distúrbios psiquiátricos e só consegue se relacionar com adolescentes, porque olha, nada mais explica essa obsessão de Sr. Schue em participar de números musicais com uma pegada fortemente erótica. E, sim, Sue estava certa ao dizer que Blurred Lines não era adequada para a escola. Peguem a letra e se foquem na parte do T.I.. Não que o resto da letra seja mais levinho.

Glee 5x06

Nova Iorque segue em ritmo de bocejo, o que é até justificável pelos últimos acontecimentos do mundo real. O bom é que Finn foi citado, o que mostra que rapidamente deixou de ser um assunto quase proibido. Não entendi a quase figuração de Ioan Gruffudd. Se era só pra ter um cantor, não precisava ter chamado alguém conhecido. Mas os roteiristas devem ter algo na manga, ou pelo menos deveriam ter, porque não dá pra confiar e, Demi e Adam para garantir as emoções de NY, até porque eles não apareceram essa semana e também não fizeram a menor falta, ao contrário de Santana, que nem foi mencionada. Que Naya tivesse compromissos é compreensível, mas não custa incluir uma fala que explique onde a personagem está, principalmente, porque boa parte da história se passou no apartamento do trio e é de se estranhar que ela não aparecesse.

Marley continua senado a garota insuportável de sempre. Dou razão ao Jake em ter pulado a cerca, porque né? Mais fácil criar empatia com Bree do que com Marley e sua cara de choro constante.

Pontos altos do episódio: Blaine dançando logo na abertura, Blaine dançando durante Blurred Lines, Blaine dançando em qualquer outro momento do episódio. Claro que não dá pra esquecer de Becky divando e Sue de volta com o Sue’s Corner. Gostaria de sugerir um spin off com Sue, Rod e Andrea.

Além de Blurred Lines, o episódio teve as performances de You are woman, I am man, de Funny Girl, de longe a melhor performance do episódio. Saudades de ouvir Lea fazendo um show tune. Unique foi de If I were a boy e, pra sorte de Alex Newell, seu talento musical é inversamente proporcional ao teatral. Ele não consegur transmitir nada nas cenas dramáticas, mas canta que é uma beleza. Em mais uma tentativa frustrada de gerar empatia, Marley fez Wrecking ball, de Miley Cyrus. Em vão. E pra fechar o episódio, mais uma performance daquelas que fazem os gleeks mais delusionais irem aos pantros, On our way, do The Royal Concept.

O próximo episódio é em homenagem à Billy Joel e se você pensou que as Nationals estão logo aí, está enganado: ainda não tem data para o episódio ir ao ar, o que significa que deve ser só depois do hiato de final de ano. Vale lembrar que eles ainda não encerraram o ano letivo em Glee. Aninho longo, esse.

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