Glee 5×06 — Movin’ out

Eu estou triste de perder a melhor secretária desde Melanie Griffith pré-injeção de colágeno de Uma Secretária de Futuro.” — SYLVESTER, Sue

Difícil escolher uma entre as tantas tiradas maravilhosas de Sue nesse episódio para começar esse texto, o que significa que, por mais que tenham tentado nos empurrar Blam e Marley, o episódio foi mesmo de Sue. E Becky, lógico. Definitivamente, Movin’ Out foi o episódio de Sue e Becky, mesmo que tenha sido um episódio em homenagem a Billy Joel (e que eu tenha curtido as músicas que eu ouvi bastante na minha infância. Me deixem.). Sue disparava uma frase melhor que a outra e Becky é melhor que todo o Quinteto Inexpressivo junto. O único que se salva ali é Ryder e só porque ele se sai bem nas performances e tem um pouco mais de talento que os outros — o que não é muita coisa. E acho que essa vai ser a última vez que vamos mencionar o quinteto nesse texto, porque não tem o que dizer sobre o pseudo-plot deles essa semana.

Antes de continuar, preciso dizer que Ryan segue sendo o cara mais incrível da TV. Tem como não amar uma pessoa que já começa o episódio dizendo que tem sido um longo ano no McKinley, praticamente parafraseando o que eu escrevi aqui semana passada? Não, não tem. É pra se amar muito uma pessoa dessas.

Blam deveria ter sido o centro do episódio, mas acabou perdendo o foco com tanta coisa acontecendo com os dois em Nova Iorque. Blaine praticamente nem apareceu, o que já serviu pra mais uma auto-zoação na volta dos dois ao colégio. O destaque vai mesmo pra Tyrão e sua Bichette, que, segundo ela, é a personificação de todas os agentes que ela encontrou no início de sua carreira, e pra performance fofíssima de Just the way you are. Certeza que a Alpha FM pega lá nos EUA e Ryan estava escutando na hora em que teve a ideia de homenagear Billy Joel. Saudades de quando mamãe me levava de carro para o colégio, viu? Ok, chega de divagação.

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Apesar do plot fraco, a química do núcleo de Nova Iorque é tão boa, que, por menos tempo de tela que eles tenham ganhado nesse episódio (ou em qualquer outra, pra falar a verdade), é inevitável pensar em como Glee está perdendo tempo sustentando Ohio por tanto tempo. Continuamos na torcida para que o longo ano do McKinley acabe logo.

Como em qualquer episódio homenagem, Movin’ Out veio recheado de músicas, sete no total, mas apenas três ganharam performances memoráveis. A já citada Just the way you are, Honesty interpretada por Artie com a presença emocionante de Becky num dos melhores momentos do episódio (se você não se emocionou com essa cena, as chances de você ter uma pedra no lugar do coração são bem grandes) e You may be right, performance que fechou o episódio e conseguiu as proezas de não me fazer sentir aquela vergonha infinita de Will e gostar da performance em grupo que fecha o episódio. Não me lembro a última vez em que isso aconteceu.

Sobre o próximo episódio, apenas uma coisa a dizer: preparem a insulina.

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