Glee 6×10 — The Rise and Fall of Sue Sylvester

Tudo bem, vamos ver no que vocês vêm trabalhando.” SCHUESTER, Will.

Eu não odiei esse episódio. Mas claramente essa vai ser a mancha na temporada impecável que Glee vinha fazendo. Um plot que poderia ter sido melhor trabalhado e utilizado, soou forçado (principalmente quando Becky Jackson se vira contra Sue. Em que mundo isso existiria?). Além do mais ainda tivemos os Warblééérs se chegando e o roteiro infantilizando Rachel. Mais. Uma. Vez. Assim não dá pra defender.

Não sei nem por onde começar. Minhas expectativas estavam tão altas depois de um impecável e maravilhoso Child Star que foi seguido de um ótimo Wedding, que esse simplesmente me fez contar quanto tempo faltava para acabar. Não que a trama tenha sido ruim, veio respondendo perguntas que nos cercavam a alguns episódios, mas gente. Eu simplesmente não aceito que elas tenham vindo de forma tão cagada.

Sim, porque Rachel tá sendo encaminhada para repetir os erros do passado (especificamente do fim da quinta temporada) e só Sam consegue chegar nela e dizer a verdade. Por isso que eu queria que Samchel fosse end game. Porque assim como Finn, Sam sabe mostrar/falar a Rachel o que ela não quer ver/ouvir. É burrice ela correr atrás de voltar para NYADA e quando conseguir querer desistir só por que conseguiu um outro personagem na Broadway. Além do mais, acho que para o total amadurecimento da personagem caberia muito mais ela tomar a oportunidade de ir pra NYADA e reconstruir sua trajetória do que chutar o balde.

glee610

A cada segundo dessa última temporada que vai passando, eu vou amando mais os novatos. Assim como Cool Kids no último episódio, essa versão de Rather Be mostrou que eles segurariam lindamente a responsabilidade de uma continuidade da série sem os veteranos. Não pude evitar de abrir um sorriso naqueles primeiros minutos de episódio. Mas depois, com a notícia de Dalton ter queimado ao chão e a entrada dos Warblééérs no New Directions, eu não pude me sentir mais incomodado.

Nunca gostei muito dos Warblérs, mas sempre engoli. Eles faziam versões legaizinhas de algumas músicas (como Raise Your Glass, lá na segunda temporada). Mas sempre achei um grupo bem bosta. E minha impressão sobre eles só piorou quando lá no início da temporada eles proibiram Jane de entrar no grupo só por ela ser uma mulher. Achei destoante essa entrada deles. E preferia sim, os sem sal da quarta temporada voltando. Mas Ryan Murphy e seus roteiristas não poderiam deixar as cagadas tão marca registrada da série sem aparecer na temporada final e resolveu transformar o New Directions naquilo.

Queria não ter que comentar sobre esse plot de Sue Sylvester, até porque ele não adcionou em nada à trama da série. Só fez com que eu voltasse a odiá-la, sentisse vergonha alheia com aquela performance de Final Countdown, e sentisse ainda mais repulsa do Vocal Adrenaline. Foi outro retrocesso de roteiro, já que nos dois últimos episódios eu (e todos os gleeks que eu conheço) vinha(m) amando a personagem pelo seu desenvolvimento. Pensei que Glee não me faria mais de otário; fui otário.

As músicas do episódio foram maravilhosas. Principalmente as de abertura e encerramento do episódio. Rather Be, como eu já falei, me abriu um sorriso enorme no rosto. Rise, que como divulgado antes, foi escrita por Darren Criss me fez esquecer boa parte dos quarenta minutos anteriores, caso eu estivesse de olhos fechados para não ver aquela patacoada de New Directions fantasiados de Rebelde.

Agora faltam duas semanas para a série acabar, Jessie St James volta e teremos as Secctionals. Não estou preparado para o fim da era Glee na minha vida. Pelo menos esse episódio serviu pra dar uma pisada no freio da expectativa dentro de mim.

P.S.1: A Fox criou a tag #GleeToMe pra que os fãs possam postar em suas redes sociais o que glee significou em seus seis anos de existência. No site gleetome.com você pode ver o que os fãs já publicaram sobre a série.

P.S.2: Coloquei essa imagem de Kitty, com essa cara cretina, pra representar minha opinião final sobre o episódio, por que sim.

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