Jane the Virgin 3×05 — Chapter Forty-Nine

Chapter Forty-Nine conta com o retorno de velhos enredos e novas vilanias.

Preparem-se, amigos. A megera voltou!” — NARRADOR

Após quatro episódios que de fato não repetiram o sucesso da fase inicial das duas últimas temporadas, Jane the Virgin retornou à velha receita que vinha dando certo: os conflitos familiares.

A única redoma que não tinha sofrido sequer um arranhão quebrou de vez ao Jane entrar em contato com a família que Alba quer distância. Em meio a toda confusão, é possível dizer que nenhuma das duas tem razão. Ao mesmo tempo em que a abuela não tem o direito de afastar a neta e decidir com quem ela se relaciona, Jane também cometeu o deslize de sempre: a precipitação. Com a chegada de Catalina, é quase certeza que podemos esperar mais desentendimentos para as Villanueva.

Já o trio do pop de Miami formado por Rogelio, Rafael e Michael está indo pelo caminho certo. Desde a segunda temporada, o ex-namorado e marido de Jane sinalizavam que poderiam tentar colocar panos quentes no passado e seguir a vida como pessoas civilizadas.

É verdade que ainda é cedo para afirmar algo e os dois ainda têm muito a descobrir, mas o primeiro passo já está feito. Já temos pelo menos o futebol como interesse em comum para ambos. Com Rogelio “intermediando” a relação, a amizade entre o trio tem tudo para crescer.

E ainda tem um bônus para tirar de proveito dessa união: os #TeamMichael e os #TeamRafael, pelo menos os que estão guerra até hoje, de alguma forma, vão ter que ceder e passar a perceber que sim, os dois são ótimos personagens.

Não é por causa da torcida por um que automaticamente você tenha que ver todos os defeitos do mundo no outro. Em algum momento, tanto o detetive quanto o pai de Mateo cometeram erros, mas estes já foram perdoados. Agora é só relaxar e aproveitar. Se Justin Baldoni aparecer mais vezes sem camisa não tem como ser difícil, certo?

Xiomara também parece ter encontrado o caminho certo para a vida profissional. E não poderia ter sido da melhor forma se não fosse a paródia de Beauty School Dropout, de Grease. Além de ter sido uma saída criativa, ainda ficou como aquelas músicas chicletes que não saem da cabeça (inclusive continuo cantando “open a dance school…” enquanto escrevo a crítica).

Jane, Rogelio e Alba arrasaram na apresentação! E justiça seja feita quanto a Gina Rodriguez e Jaime Camil: vão ser talentosos assim nas premiações que merecem ganhar. Por último mas não menos importante, o retorno de Petra como o ápice do Chapter Forty-Nine.

Eu estaria mentindo se falasse que adorei vê-la voltando a ter o dobro das vilanias de antes, principalmente depois do grande desenvolvimento que teve na temporada passada. Mas se formos pensar bem, esse tormento pelo qual ela passou durou apenas quatro episódios e meio para nós, espectadores.

Para Petra, foram longos três meses assistindo e ouvindo de tudo, sem ninguém perceber nada. Quem não voltaria com a faca nos dentes de tudo isso?

Tudo bem, talvez marcar a testa de Anezka tenha sido um pouco longe demais para os padrões de Jane the Virgin. Mas é aquele ditado, vamos fazer o que? Resta apenas continuar assistindo para saber quais serão as próximas vilanias e se elas realmente vão durar.

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