Nashville 2×05 — Don’t Open That Door

Uma coisa não podemos dizer sobre Nashville: que a série não se movimenta. Cada novo episódio nos traz novos plots e não fica de enrolação com os já apresentados.

Por exemplo, a incapacidade de Rayna cantar foi tratada no número exato de episódios e, neste quinto episódio, ufa!, nossa Rainha Country arrasou e deixou a concorrência no chinelo. Sambou na cara dazinimygas que a queriam destronada. E tudo, claro, com uma boa dose de drama. Que agonia ao ver Luke Wheeler (o Michael Swift de Smash, sempre um colírio para os olhos) colocar Rayna contra a parede em rede nacional. Sem alternativas, Rayna se viu obrigada a vencer os medos que estavam minando sua voz e simplesmente cantar. Um problema a menos, já que agora nossa diva tem um a mais, e dos grandes: a prisão do pai e o congelamento dos bens dele, que a ajudariam a comprar a sua carta de alforria da Edgehill.

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Ficar onde está não é mais uma alternativa e Rayna terá que se movimentar para conseguir o seu objetivo de ser independente e fazer a música em que acredita. Quem busca as mesmas coisas é Juliette, que fechou turnê com duas novidades do mercado para poder continuar a fazer shows em grandes arenas. Então, irão para a estrada a loirinha em sua nova fase “menos-glitter-e-mais-adulta”, a vice-campeã mais famosa do momento Layla Grant e o garanhão Will Lexington. Sinto cheiro de triângulo amoroso por aí?

Falando em Juliette, amei a cena dela com Avery. Eu sempre apostei numa amizade verdadeira ali — e eu adoro estar certa! Ela, aceitando a recusa dele em voltar pra banda e ainda emprestando o estúdio para ele trabalhar, foi uma das coisas mais fofas que já vimos a pequena diva fazendo! Quer dizer, a mais fofa, mas que ela não se afaste muito do seu lado bitch, que a gente também adora.

O drama de Lamar ocupou um espação desse episódio, mas eu vou relevar, porque, no fim, agora é parte integrante do plot de Rayna. Mas só acho que vai ser bem feio quando todos descobrirem que a delatora principal do caso contra o magnata foi sua própria filha, Tandy. Acho que nem Rayna vai perdoar.

Daí, do outro lado da cidade, temos Scarlett sendo Scarlett — desajustada e desconfortável com tudo ao seu redor. Ah, e ingênua, né… porque só ela não percebeu a sabotagem da Layla, que estava demorando para mostrar as garras. Já Deacon parece mais conformado com seu destino, mas, ó, um grande músico nunca se afasta da música. Pode ser que agora o band leader mais disputado de Nashville se descubra em um novo instrumento. E os americanos simplesmente amam uma história de superação. Os momentos dele com Rayna (a única ceninha, na verdade) foi um alento para quem torce para o casal. Esses dois não podem ficar separados, gente.

E vemos nascer uma nova atração. E das mais improváveis, porque não dava para imaginar Gunnar, Avery e Zoey cantando juntos. Seguindo a linha trio (como The Band Perry e Lady Antebellum, que eu simplesmente amo com todas as forças do meu coração), somos surpreendidos por uma química bem legal e com o roteiro indo a lugares pouco previsíveis. E eu não sei vocês, mas da última vez que eu olhei no meu manual, pegar o ex da melhor amiga ainda era considerado de mau tom. Essa Zoey já entrou pra minha listinha.

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