Os Melhores Filmes de 2016

Do drama a ficção, do romance ao terror, do musical a comédia…Os melhores filmes de 2016 se encontram aqui.

It’s Time To Magic

O ano de 2016 foi praticamente um roteiro de cinema, ou algum episódio desenvolvido pela Shonda Rhimes. Mas para a sétima arte foi um ano de grandes sucessos de bilheteria, de super-heróis, de retornos, de novos começos e tendências. […]

Os Heróis que se Salvaram

Muitos críticos falaram que esse seria o ano dos super-heróis invadirem as telas do cinema, e de fato foi. Somente no primeiro semestre de 2016, tivemos quatro longas-metragens envolvendo esse universo — e acirrando ainda mais a disputa entre Marvel e DC.

Miga sua LOCAAAAAAAA! Consegui uma vaga no Globo de Ouro e aqui no BoxPop também

Deadpool

Esse “herói” já havia surgido nas telonas em 2009 no fraco X-Men Origins: Wolverine, e desde então os fãs pediam um filme mais digno para o personagem da Marvel, mas o projeto ficou bastante tempo transitando pelos estúdios da Fox. Ryan Reynolds retornou para o papel, mas dessa vez muito mais trabalhado e, digamos, aceitável comparado à sua atuação em 2009. Deadpool surpreendeu a todos, tanto o público quanto os críticos, e se tornou um grande sucesso de bilheteria. Na última semana, o longa conseguiu a façanha de ser selecionado para concorrer ao Globo de Ouro na categoria de Filme de Comédia ou Musical.

Casos de Família — Edição Marvel

Capitão América: Guerra Civil

Esse sem sombra de dúvidas foi o filme mais aguardado do primeiro semestre de 2016. Depois de Vingadores: Era de Ultron ficar bem dividido na opinião do público, dos críticos e dos fãs da Marvel, o terceiro longa do herói Steve Rogers deu o pontapé inicial para a terceira fase do Universo Cinematográfico Marvel nos cinemas, trazendo um dos arcos mais importantes para os próximos lançamentos. O filme talvez tenha pecado apenas em não conseguir ser 100% fiel à HQ, mas o que encontramos em tela foi um puro fan service, e a interação dos personagens já conhecidos dos filmes dos Vingadores com o novo Homem-Aranha e o Homem-Formiga.

Como uma DEUSAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Doutor Estranho

Junte os efeitos de A Origem, de Christopher Nolan, um pouco de magia e uma pitada de heroísmo, pronto temos Doutor Estranho. Esse certamente é um dos filmes mais psicodélicos do Universo Marvel, com efeitos de primeira qualidade e uma história bastante envolvente.

O Ano da Disney

É o poder dos Sonhos

O ano de 2016 foi um ano muito especial para os estúdios Disney, pois desde o começo do ano os estúdios enfileiraram diversos sucessos de bilheteria. Lembrando que eles são donos também da Marvel, da Pixar e agora, da LucasFilm, o que aumenta o faturamento.

O estúdio tirou o pódio da Universal, que em 2015 tinha alcançado o valor de US$ 6,89 bilhões em bilheterias com lançamentos como Velozes e Furiosos 7, Minions e Jurassic World. Neste ano, a Disney já tinha sido o estúdio a bater mais rápido os US$ 2 bilhões em bilheterias domésticas (EUA e Canadá), US$ 3 bilhões internacionalmente e US$ 5 bilhões globalmente.

Outros bons números de bilheteria vieram da animação Moana, ainda inédita no Brasil, e Doutor Estranho, que estreou em primeiro lugar por aqui no início de novembro, com 1,5 milhão de espectadores, além de liderar as bilheterias dos EUA por semanas.

Zootopia — Essa Cidade é um Bicho

Reunião de Fim de Ano

A primeira animação dos Estúdios Disney no inicio do ano veio quase sem nenhum expectativa do público, até porque muitos acreditavam ser mais uma história bobinha de bichinhos. Porém o que encontramos em Zootopia é talvez uma das animações mais adultas que tivemos esse ano nos cinemas, discutindo empoderamento, direitos igualitários, preconceitos e outros temas que permeiam entre os tabus de nossa sociedade.

Rogue One: Uma História Star Wars

A Força veio com tudo

Depois do estrondoso sucesso do Episódio 7, esse spin-off se tornou um dos longas mais aguardados do ano. Com uma trama ambientada entre os filmes 03 e 04, Rogue One acompanha a história de Jyn, que é resgatada da prisão pela Aliança Rebelde, e deseja ter acesso a uma mensagem enviada por seu pai a Gerrera. Com a promessa de liberdade ao término da missão, ela aceita trabalhar ao lado do capitão Cassian Andor (Diego Luna) e do robô K-2SO. Com uma trama mais sombria e também mais séria, o longa agradou o público da franquia, com aparição do Darth Vader, a nova dupla de protagonistas — Jyn Erso matou a saudade que estávamos da Princesa Leia quebrando tudo — e o poderoso comandante Krennic.

Procurando Dory

Continuamos a nadar depois de 13 anos

Procurando Dory foi uma das animações mais aguardadas do ano, tudo graças ao sucesso de Procurando Nemo, de 2003. Com uma história mais leve que Zootopia, a animação apostou em personagens mais carismáticos do que propriamente em sua história. Seguindo basicamente a mesma trama de seu original, o único diferencial agora foi que dessa vez procuramos a família de Dory. Os novos personagens foram o destaque, com arquétipos que representam a vida real, a exemplo do polvo Hank (aquele cara bem ranzinza, mas de bom coração), que nos encantou assim como Dory no filme original.

Tini: Depois de Violetta

A cara da felicidade de estar entre os melhores do ano

Dentre os sucessos de 2016 está Tini: Depois de Violetta, filme que marca o encerramento de uma das séries de maior sucesso do Disney Channel Latino, Violetta. Na trama do filme, acompanhamos Tini enfrentando uma grave crise de identidade, tanto em sua vida pessoal, quanto artística. Decidida a retomar o rumo da carreira, a jovem vai para a Itália e encontra não só a si mesma, como também descobrir segredos de sua própria origem. O filme é praticamente feito para os fãs da série e agradou em cheio a eles com uma trilha sonora bastante pop e cenários deslumbrantes.

Mogli — O Menino Lobo

Somente o sucesso para esses dois

Dando continuidade aos projetos live-action, a animação Mogli foi o lançamento do ano entre os clássicos da Disney. Com uma história bastante madura e por vezes assustadora para os menores, essa foi a adaptação mais sensata dentre as animações transformadas em filmes. Malévola e Cinderella, apesar de terem tido uma boa bilheteria, não conseguiram transportar toda a qualidade de sua história. Porém aqui, com uma direção segura de Jon Favreau, essa foi uma adaptação arriscada que deu certo, e já temos a promessa de O Rei Leão com os mesmos moldes.

Da Claustrofobia ao Sobrenatural

Crianças do Capeta

O suspense e o medo andaram lado a lado em 2016 e nos renderam ótimos filmes nesses gêneros. Desde sequências até mesmo filmes originais, ou até mesmo derivados de outros longas.

Águas Rasas

Era só mais um dia tranquilo na Praia

A atriz Blake Lively e o diretor Jaume Colett-Serra nos entregaram um dos melhores suspense do ano. Águas Rasas consegue manter a atenção do público durante seus curtos 87 minutos, graças a uma edição muito bem montada e também uma atuação de primeira da nossa eterna Serena. O filme se tornou uma grata surpresa tanto para os críticos quanto para o público, e figurou em diversas listas de melhores filmes do ano.

Rua Cloverfield, 10

A Vilma não vai gostar nada disso, Fred

Rua Cloverfield 10 é um spin off disfarçado do sucesso Cloverfield, de 2008. Marcando a estreia do diretor Dan Trachtenberg, o longa consegue ser mais assustador que seu original, porque aqui não sabemos o que é o desconhecido, ou melhor, onde é que está o desconhecido. Com uma atuação de primeira da dupla Mary Elizabeth Winstead e John Goodman, somos transportados por uma trama claustrofóbica de quase duas horas.

Invocação do Mal — Parte 2

Essa freira não é de DEUS

Invocação do Mal — Parte 2 prometeu ser mais assustador que seu primeiro filme, e conseguiu. Depois de Annabelle ter sido massacrado pela crítica e também pelo público, essa sequência era aguardada com bastante anseio. Vera Farmiga e Patrick Wilson novamente roubam a cena durante o filme, porém nesse segundo capítulo da trama, a atriz é que merece o destaque maior. Sobre os vilões, eu vou evitar de falar porque quero ter um final de 2016 mais tranquilo, mas Valak foi um dos personagens mais assustadores desse ano.

A Bruxa

Terror à moda antiga

Com um visual estético único, A Bruxa assustou plateias do mundo inteiro depois de sua estreia. O filme não tem nada de jump scares ou algo do tipo, mas sim uma trama tão pesada e sombria que vai fazendo o espectador se sentir desconfortável. Ela chega a um nível que você torce que o filme acabe, porque começa a causar uma sensação estranha que é quase impossível de se explicar. Nem todos conseguiram compreender o contexto dele, porém quem entendeu sabe muito bem do que estou falando.

O Homem nas Trevas

Esse trio congelou plateias do mundo inteiro

Depois de comandar com maestria o remake de A Morte do Demônio, Fede Alvarez mostra novamente porque ao lado de James Wan vem conquistando os fãs do suspense e do terror. Com uma trama bastante angustiante e tensa, O Homem nas Trevas fez fez o público se contorcer em diversos momentos, e acima de tudo mexeu com a mente e os conceitos de quem assistiu. Um filme que certamente merece ser visto por todos.

Rir é o melhor remédio

Um brinde pra quem ta nos melhores

O ano de 2016 apesar de ser bastante conturbado fez a gente dar boas risadas, pelo menos na telona. Diversas comédias conseguiram se sair melhor que a encomenda.

Avé, César!

Minha cara pro recalque Hollywoodiano

Os irmãos Coen nos brindaram esse ano com uma sátira perfeita da Hollywood de Ouro. Com um elenco de primeira, o filme nos presenteou com diversas referências críticas e homenagens a várias fases do cinema hollywoodiano e ridicularizam inteligentemente acontecimentos e cenas clássicas da mídia que vão de musicais a épicos.

Caça-Fantasmas

Um Tiro pro Recalque

Polêmico pelos machistas de plantão e sucesso por ser tão nostálgico, assim podemos descrever o caminho que percorreu esse reboot de Caça-Fantasmas. Trazendo um elenco feminino com renome na comédia, e a participação dos originais, o longa tem um carisma único e consegue fazer a gente rir do começo ao fim.

Perfeita é a Mãe!

Mas elas estão descontroladas

Mila Kunis e Kristen Bell roubaram a cena nessa comédia bastante improvável. Perfeita é a mãe! é garantia de boas risadas em uma trama bastante atual, mostrando os novos papéis que a mulher vem desempenhando em nossa sociedade. Com uma trilha sonora bastante pop, o filme conseguiu fazer uma boa bilheteria e já tem uma sequência garantida.

Os Caça-Noivas

Quem é que se deu bem esse ano, bro!

Zac Efron e Adam Devine deram um show a parte na despretensiosa comédia Os Caça-Noivas. A dupla demonstrou um entrosamento perfeito, mesmo em uma atuação cheia de exageros. Infelizmente ele passou meio que despercebido pelo Brasil, mas quem conferiu certamente deu boas risadas com essa dupla.

O Romance embalou o cinema

Ai o Amor

Retratar histórias de amor sempre levou as plateias do mundo inteiro a lotarem as salas de cinema e em 2016 não foi diferente.

Como eu era Antes de Você

Encontre alguém que te olhe como a Daenerys olha pro Finnick

Se em 2014 tivemos A Culpa é das Estrelas para nos emocionar horrores dentro das salas de cinema, em 2016 foi o ano de Como Eu Era Antes de Você. A adaptação do romance da autora Jojo Moyes foi um verdadeiro sucesso de bilheteria no mundo todo e conseguiu mesclar a comédia e o drama na dose exata. A história de Lou e Will ficou eternizada nos corações dos apaixonados, com um final diferente da literatura.

A Escolha

The Notebook 2.0

Nicholas Sparks já virou um recordista de adaptações cinematográficas, A Escolha foi o 11º livro do autor a ganhar as telas do cinema. Dessa vez trazendo no elenco Benjamin Walker e Teresa Palmer como o casal da vez. Com uma fotografia linda, A Escolha é aquele tipo de filme que os fãs de Sparks vão atrás e vão se emocionar, mesmo sabendo já todo o seu percurso.

O Bebê de Bridget Jones

Acharam que eu não ia voltar

O Bebê de Bridget Jones mostrou ser o último capítulo que realmente faltava para encerrar a história dessa inglesa de sucesso. Depois de um segundo filme bastante mediano, essa nova sequência trouxe todo o frescor e também a originalidade que o primeiro filme tinha, tudo isso graças ao retorno da diretora original. Somando isso temos a química inevitável de Renée e Colin, além da estreia de Patrick Dempsey na franquia. Impossível não rir e se emocionar com esse filme, ela voltou no seu melhor momento e também estilo.

Os Hits de 2016

Quantos likes esse casal merece

Tivemos universos mágicos, invasões alienígenas, desastres petrolíferos, cultura geek invadindo os cinemas e uma sociedade movida a likes e deslikes

A Chegada

E.T.! Telefone!

Amy Adams teve seu melhor ano em toda a sua carreira, a atriz esteve em diversos filmes em 2016 e conseguiu roubar a atenção em pelos menos dois. Um deles é esse aqui, A Chegada, filme recente do diretor Dennis Villeneuve, que cada vez mais se consagra como um dos melhores diretores dessa geração. Ele conseguiu ser original ao abordar extraterrestres no cinema, em um dos melhores filmes que assistimos esse ano. É uma obra que provoca reflexão, uma película complexa e de difícil compreensão. Não serve para todos os públicos, portanto.

Animais Fantásticos e Onde Habitam

A Magia está de volta!!!

Colocando em paz os corações dos fãs da franquia Harry Potter, o primeiro derivado da saga é uma expansão bem-vinda do universo do bruxo inglês, levando a magia a lugares e épocas inexplorados não só pelos oito filmes da série, mas até mesmo pelos livros originais, sempre com a sensibilidade peculiar de J. K. Rowling.

Star Trek — Sem Fronteiras

Strike a Pose!

Essa nova aventura de Star Trek é uma homenagem a tudo o que fez a franquia perdurar por meio século. Com uma aventura ágil, divertida e bem escrita que deixaria Gene Roddenberry orgulhoso, preza pelos valores otimistas e progressistas que norteiam a franquia desde 1966. Esse é melhor filme GEEK que assistimos em 2016.

Horizonte Profundo

Acho que deu M***A

O cinema de desastre sempre foi um prato cheio para o grande público e esse ano tivemos dois concorrentes. Um se saiu bem mal enquanto o outro figurou aqui entre os melhores. Horizonte Profundo traz a história real de um dos maiores desastres envolvendo petróleo da história dos Estados Unidos e também do mundo. Mark Whalbergh, Gina Rodriguez, Dylan O’Brien e um grande elenco se saem muito bem nesse drama angustiante e muito bem dirigido por Peter Berg.

Nerve — Um Jogo sem Regras

A Sociedade Movida a um Clique

Vivemos hoje em uma sociedade onde os cliques são mais importantes que qualquer outra coisa. A vida de muitos é movida a quantos likes tem no Instagram, quantas visualizações tem no Snapchat ou quantas curtidas você recebe no Facebook. Trazendo para o cinema esse universo, Nerve fez uma dura crítica a essa sociedade e principalmente mostrando para os jovens que viver uma vida assim não traz nenhum beneficio.

As animações deram um show

Conseguimos Pessoal!

As animações em 2016 tiveram seus altos e baixos, algumas conquistaram adultos e crianças, outras especialmente os mais novos.

Trolls

Can’t Stop The Felling

Essa animação certamente conquistou o público mais novinho, enquanto os mais velhos torciam que a sessão acabasse o quanto antes. Trolls foi uma animação arriscada da Dreamworks mas que no fundo deu 70% certo. A história funcionou muito bem ao unir as músicas porém pecou por ser muito infantil, diferente dos outros longas que o estúdio vem trabalhando. O que mais marcou Trolls: a canção Can’t Stop The Felling, que grudou na cabeça de todo mundo que nem Happy.

Cegonhas

Aiiiii que coisa mais bunitinha

Cegonhas certamente foi uma animação pensada principalmente para os mais pequenos porém quem assistiu viu que as entrelinhas estavam assistindo a uma aula sobre a nova sociedade que está se formando no mundo. O longa da Warner não teve medo nenhum ao mostrar que todo o tipo de família é bem vinda e aceita. Uma animação como essa merece ser assistida por todos, mesmo que aqueles que já sejam mais grandinhos.

Kubo e As Cordas Mágicas

O olhar de quem não tem medo do perigo

Kubo e As Cordas Mágicas talvez não seja feita propriamente para as crianças, já que vem dos mesmos estúdios de Paranorman e Coraline, mas os adultos realmente ficaram encantados com a maestria e a poesia que essa obra esconde em suas cenas. Impossível não derramar lágrimas no final.

O Cinema Brasileiro teve seus méritos

Precisamos conversar!!!

O cinema nacional teve um ano muito bom, entre polêmicas e acertos, vamos conhecer alguns desses bons filmes que passaram na nossa tela.

Pequeno Segredo

Mergulhando no mar de Aquarius

Envolvido numa polêmica por ter sido escolhido o representante do Brasil em uma vaga no Oscar 2017, Pequeno Segredo é quase uma novela em formato de filme. Com uma história carregada na força emocional e também nos laços familiares, é quase impossível não se emocionar com a história da família Schurmann. Julia Lemmertz está em seu melhor momento e ao lado de Marcello Antony nos brinda com momentos únicos e dramáticos. Além de, claro, termos uma fotografia jamais vista nos últimos anos no cinema brasileiro.

O Filho Eterno

Agora aguenta coração

Marcos Vera e Débora Falabella deram um show de atuação em O Filho Eterno. Um drama comovente, sensível e tocante, que consegue arrancar as lágrimas até mesmo dos mais durões. Com pouco mais de 1 hora 20 minutos, somos envolvidos nessa história de uma tal maneira que torcemos por um final feliz.

Um Namorado para Minha Mulher

Não adiantar fazer essa cara, olha onde viemos parar

Ingrid Guimarães já protagonizou diversos longas-metragens porém Um Namorado para Minha Mulher, é talvez o seu melhor filme nos últimos anos. Aqui a atriz consegue caminhar com leveza e sobriedade graças à direção segura de Júlia Rezende. O elenco todo está muito bem, com exceção claro da nossa amiga Miá Mello.

Esses são os melhores do cinema neste ano, e ainda traremos nesta semana aqueles que foram um verdadeiro fiasco. Comenta aqui embaixo quais foram os melhores filmes na opinião de vocês.

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