OUAT 2×15 — The Queen Is Dead

Ah, Once Upon a Time, como é possível te amar e te odiar ao mesmo tempo!?

The Queen Is Dead foi um episódio de recomeços. Quando diversas tramas se fecharam em Manhattan (2×14), era completamente necessário que outras fossem abertas, e isso aconteceu de forma muito boa. O episódio foi equilibrado, um pouco lento, mas ainda sim, satisfatório.

Fairytaleland foi extremamente agradável, retratando de forma belíssima uma batalha interna de Snow e a morte de sua mãe. Novamente, Once Upon a Time conseguiu transformar uma trama com um final previsível em um bom passatempo. Toda a trama de salvar ou não a mãe foi bem gostosa de acompanhar e bem influente na condição atual de Snow, que lutou em ambos os paralelos contra certos demônios interiores. Gosto quando Storybrooke e o paralelo fantástico são trabalhados em sincronia, algo que vem acontecendo com abundância na série. De certa forma, a ideia inicial do plot foi boa, mas seu desenvolvimento foi falho e arrastado.

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Em NY, Emma, Rumpel, Neal e Henry foram explorados de maneira bem subjetiva. Hook não foi desenvolvido como deveria e poderia ter sido na trama e tudo foi quase descartável. Os minutos em Manhattan foram apenas legais, apresentando bons momentos entre essa família bizarra. Neal em Storybrooke será algo ótimo, e essa decisão tomada pelos roteiristas, foi o único motivo pelo qual não classifico a trama como uma total perda de tempo.

O mais bacana do episódio foi Regina e Cora trabalhadas na vingança. O confronto entre ela e Mary Margareth e David foi extremamente interessante de se acompanhar. O plot foi muito bom desde seu começo até sua conclusão, movimentando Storybrooke de forma bem positiva. Mary e David ainda são chatos em excesso, mas a dinâmica com Cora e Regina os fizeram bons personagens e uma ótima trama, com um gancho alucinante para The Miller’s Daughter! É ótimo ver mãe e filha trabalhando juntas no mesmo propósito, principalmente quando muita maldade é misturada nesse combinação adorada por todos os fãs.

Minhas expectativas, após a ótima e enganosa promo deste episódio, eram altas e não foram correspondidas. O episódio apresentou possibilidades a serem exploradas em seu sucessor, mas é triste fato dizer que grande parte do desenvolvimento poderia ter sido mais interessante. Sim, os núcleos foram bem trabalhados, mas talvez a ausência de um evento maior e mais chocante fizeram de The Queen Is Dead apenas um capítulo morno. Entre momentos bons e alguns regulares, o episódio caminhou bem lentamente, e conseguiu ser um sonífero involuntário mais forte do que Mary Margareth e David.

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