OUAT 2×16 — The Miller’s Daughter

Talvez The Miller’s Daughter tenha sido tão surpreendente por tomar diretrizes um pouco suspeitas e inesperadas. Confesso que o receio que prevaleceu em mim possa ter prejudicado minha avaliação do episódio, mas não se pode negar que o décimo sexto capítulo de Once Upon a Time em seu segundo ano teve seus quarenta minutos aproveitados de forma excelente, mesmo que isso signifique a perda maior de qualidade posteriormente.

Mary Margareth e seu lado obscuro foram os responsáveis por esse ótimo episódio em Once Upon a Time, mesmo quando Storybrooke também foi excepcional.

Fairytaleland não focou-se nas desventuras de Snow e Charming, o que é um grande e ótimo avanço nessa temporada. É de conhecimento geral que adoro quando o lugar no Sol é ocupado por outros personagens e desta vez, Cora foi quem roubou as atenções. A trama da nossa vilã favorita foi a melhor narrativa ambientada nos arredores mágicos da temporada, e talvez, a melhor na vida de Once Upon a Time. Meu interesse no desenvolvimento era absurdo, já que uma aliança entre Rumple e Cora não poderia ser menos que excelente. E não foi. Tudo foi lindo, dinâmico e novamente, muito interessante. As atuações foram excelentes, e espero ver a jovem Cora dando as caras novamente em Once Upon a Time.

ROBERT CARLYLE, ROSE MCGOWAN

Sim, meu caro leitor, demorou, mas Mary Margareth finalmente conseguiu cativar a atenção. Mary no lado negro da força foi o ápice da personagem em toda a série. A trajetória da personagem para finalmente atingir o êxito de seu plano, apresentado no episódio anterior, teve um dos melhores desenvolvimentos. Quando digo que o receio possa ter atrapalhado minha avaliação no episódio, me refiro a morte de Cora. Será que o adeus da personagem foi mesmo necessário? De fato, a morte da personagem pode despertar um ódio mortal em Regina e finalmente torná-la uma grande vilã, digna de encerramento de uma temporada. Ainda sim, meu coração dói ao lembrar que Cora não estará mais em Storybrooke.

Se houve algo tosquíssimo no episódio, ele se chama Giz Invisível. As vezes, este abuso de mágica tosca é extremamente broxante.

É incontestável dizer que os méritos de The Miller’s Daughter não tenham sido trabalho dos núcleos citados acima, mas se existe algo que conquistou-me, arrepiou-me e emocionou-me, foi Mr. Gold e Belle. Uma simplória ligação telefonia bastou para que o episódio fosse ainda mais recheado da riqueza de seus personagens. A trama de Rumpel morrendo e Regina segurando sua mãe também fizeram parte dos momentos emocionais do capítulo.

The Miller’s Daughter foi o ultimato para anunciar que Once Upon a Time entrou em sua reta final. As possibilidades para exploração de tramas são infinitas, e se bem desenvolvidas, resultaram em épicos e excelentes episódios até o final da temporada. As apostas são altas, e nós mal podemos esperar para ver como tudo se resolverá.

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