OUAT 2×17 — Welcome to Storybrooke

Eu estou pegando birra de Once Upon a Time. O episódio dessa semana foi bom, neutro e interessante, mas o pior é a montanha-russa que assombra a qualidade da série. Os episódios são inconsistentes, não firmando uma qualidade padrão como anteriormente; sequências de intermináveis altos e baixos. Talvez a promessa de uma temporada implacável esteja afetando meu amor pela série, mas de fato, o interesse ainda é mantido. Após The Miller’s Daughter, não era de se esperar por um episódio excelente para essa semana, mas Welcome to Storybrooke deu conta do recado. Mas, novamente, essa oscilação de qualidade da série está enfurecendo lentamente.

O melhor do episódio ficou por conta de Lana Parilla, a estrela do capítulo. Pela primeira vez, Once Upon a Time apostou em flashbacks no mundo real para substituir Fairytaleland. Regina em 1983 foi uma ótima trama para enriquecer ainda mais a personagem querida. Assistir às primeiras semanas de Regina em Storybrooke foi ótimo, principalmente quando os personagens de apoio foram bem aproveitados. O xerife está de volta e, junto com ele, Owen e Kurt. A trama toda funcionou bem, de forma satisfatória e bem interessante, algo bem comum quando o holofote está na Rainha.

Todo o foco no passado de Regina valeu só de assisti-lá desfilando nas ruas de Storybrooke admirando os resultados da maldição. Diva, diva, diva! Alguém também sentiu que o Graham deveria estar na série até hoje em dia? Regina e o xerife como parceiros é sempre muito proveitoso.

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Sem Cora, Regina volta ao estrelato nos dias atuais em Storybrooke. E essa foi a única vantagem da morte da vilã. Cora deixou saudades e fez falta, e sua ausência, somada com o desaparecimento de Hook, deixou-me órfão de vilões. Por sorte, o delicioso sentimento de vingança que arrebatou Regina foi uma boa substituição.

Tudo do episódio pareceu desnecessário após a cena final onde Regina fez Mary Margareth render-se à escuridão. Lana provou o quão boa é quando Regina retorna ao seus dias de Evil Queen. Cena digna de arrepios, não é mesmo?

Em Welcome to Storybrooke, os agregados a Regina não tiveram momentos interessantes. Henry incorporou um pentelho dos infernos, mas sua relação com Neal é muito boa. Como de costume, é o garoto que sempre faz Regina pular para trás em suas maldades, o que sempre adiciona aquele clima extremamente família para a série, algo ruim ao meu ver.

Welcome To Storybrooke foi mais um episódio equilibrado de Once Upon a Time, com bons momentos, mas nada explosivo que ficará marcado por um bom tempo. Novamente, desejemos que a série se estabeleça em uma sequência de episódios onde a qualidade seja estável, sempre constante, se libertando desta montanha-russa que a série embarcou desde que 2013 chegou.

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