Paris, dia de andança

Hoje tem mais textinho da Tatá aqui no Cidadão do Planeta!

Bora saber como foi o primeiro dia (terça, 6 de dezembro) da nossa amiga realmente como turista????

Bora!

“Cordei”. HIPER tarde. Não sei se era o cansaço ou o tampão no ouvido, mas não ouvi meu despertador.

Meio-dia a Van abre a porta do quarto e eu acordo achando que fosse cedo. Olho o celular e pulo da cama. Tomo banho, café (croissant hmmmm), me arrumo e aproveito a “carona” da Van até o metrô.

Ela me ajudou a comprar o NAVI GO, uma espécie de Bilhete Único que permite você usar o transporte quantas vezes quiser durante uma semana inteira. Basta foto e uns 28 euros, ele é válido para ônibus, metrô, trem, bicicleta… Fazendo as contas, super compensa. A foto a gente fez cópia do meu passaporte em casa e voilà! Você mesmo coloca sua foto e seu nome no cartão.

Bueno… Desci ali próximo à Notre Dame, mas não comecei nada antes de ir na loja de Lomo comprar uns filmes pra minha Holga. Sai do metrô, olhei o mapa, olhei, olhei de novo, dei aquela chupadinha no dedo e ergui pra cima… Zuera. Fiz que fiz que me achei. Dei uma olhadela de leve na Rue de Rivoli, que voltarei para fazer compras, e depois fui em direção ao Sena.

Enoooooooooooorrrrrrrrrmeeeeeee, laaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrrrrrrrrgoooo… “Coidiloco”. Aquela arquitetura antiga toda ao redor daquele rio gigantesco, dá vontade de saber a história de cada prédio, saca? Fico tentando imaginar o que se passou ali no século 18, 19… Dá vontade também de reassistir rapidão aqueles zilhões de filmes que já vi na vida e que se passam na “Paris das antiga” pra depois passar na frente do lugar e falar “ahhhhhhh ó só!!!”.

A cidade é linda demais. Andei da Notre Dame até a Torre Eiffel. Juro. Entrar mesmo, só entrei na Notre Dame por conta do horário. No frio, começa a escurecer umas 16h30.

A catedral é realmente linda e tinha um coral ensaiando lá dentro. Apesar do meu guia (livro) dizer que tem que pagar pra entrar, não tem — nota do editor: tem sim! você deve ter entrado no horário de serviço. E apesar também, dos avisos de “não fotografar”, todo mundo fotografa e ninguém fiscaliza.

Aproveitei, mas com moderação. Dá também pra subir as 300 e tantos degraus até o topo, mas não fui. Não hoje. Mas meu guia acertou numa coisa: a parte de trás da catedral é ainda mais linda e sinistra.

Esqueci de mencionar que, antes de viajar, pedi pra minha mãe (que é agente de turismo) fazer um roteitro tim-tim por tim-tim pra mim. Neste tinha o seguinte recado “comer o crepe do ‘buteco’ ao lado da Notre Dame” e lá fui eu comer crepe de nutella S2. Enquanto comida começou a chover, e foi aí que rolou um lance legal.

No meio do caminho, além de eu ter certeza de ter visto vários lugares importantes sem me dar conta, começou a chover granizo. Oh, yeah. Adentrei à livraria que mais parece um sebo decorado de livros do chão ao teto. Hillé ia morrer ali. Procurei Bukowski, não tinha. Aí comprei um regalinho que acho achei a cara dela. =)

Ah, a língua. Em lugares mais turístico, você pode perguntar pro francês se ele fala inglês. Muito provavelmente ele falará ou se esforçará, afinal, lugar de turista, né? Ainda to tímida e fico mais na mímica, mas chego lá.

A partir daí, fui seguindo o Sena. Vi de longe o topo da Torre Eiffel e tava achando que era bom demais pra ser verdade, mas era. Aí, sem compromisso fui bisbilhotando os mapas e caminhando. Passei pelas trocentas pontes famosas tipo a Pont Neuf, a Pont dês Arts e seus cadeados com juras de amor.

Passei também pelo Louvre que já estava fechado, mas que renderam fotos lindas pois já estava de noite… Vi a linda fachada Museu D’Orsay, que um dia foi uma estação de trem, o Arc du Triomphe du Carrousel e o Jardin des Tuileries, a roda gigante… O jardim não deu pra ver, tava escuro.

Dali caminhei até a torre que tava toda iluminada. Fui me guiando pelo topo dela o caminho todo. E cheguei. Coisa mais linda e gigante do mundo. E pensar que ela foi construída para ser temporária. Tipo, oi? Todo aquele trabalho pra depois desmontar? Ma che?

A essa altura tava um frio da po#@$ e não sentia mais meus pés. A torre fica aberta até às 23h, sabiam? Mas o frio era tão grande que era melhor ir pra casa e voltar amanhã.

Uma coisa a dizer: não tem como se perder nessa cidade. Primeiro que ela é cortada por um rio gigantesco, segundo que tem metrô e trem pra TODOS OS LADOS! Vc com um mapinha das linhas nas mãos, pronto.

Ah! Também achei a coisa mais linda os cafés, as lojinhas de crepes, docinhos e afins. É aquilo mesmo dos filmes.

Confira algumas fotos do passeio:

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