PLL 2×24 — The Dolls Could Talk

“Isso não é um jogo, querida. Isso é algo muito complicado. Mas tenho uma boa notícia, você está se aproximando” — Alison DiLaurentis

Olha, poucas vezes me rendi a um episódio de série como este. Foi simplesmente o melhor! Quem aí tinha dúvidas que PLL é uma série ousada deixou de ter aos 2 minutos deste episódio. Roteiro excelente, grandes revelações e, claro, muitas mentiras para temperar a história.

Vamos lá? Então, nossa amiga Alison fez a sua segunda aparição não sendo em flashback. As liars que presenciaram ficaram divididas entre a realidade e a imaginação, tanto Spencer quanto Emily, que havia visto a amiga em um episódio passado. O bom foi que a loirinha conseguiu alertar as amigas com a frase que abre essa review.

Confesso que tem horas em que penso: será que Alison está viva? Será que tudo isso não é mais uma armação da mais bitch de todas? Essas “aparições” no tempo presente só aumentam essa possibilidade.

Pelas minhas contas Melissa pegou TODOS os integrantes do Clube N.A.T, sem exceções! Já está mais que provado que ela é bem surtada e consegue guardar mais segredos que todas as amigas da irmã juntas. E que também está bem envolvida no desaparecimento de Alison. Agora, ela ser –A? Ainda não estou convencido. Repararam no olhar dela pra Spens quando o novo (ou não) namorado foi preso? Avassalador. Pra mim, esse tipo de ódio pode facilmente levar as pessoas a cometer crimes, como a morte.

Bizarro é um adjetivo leve pra classificar a loja de bonecas. Em uma clara referência a filmes de terror dos anos 80, num misto de Brinquedo Assassino e O Iluminado, as garotas encontram um menino de uns 8 anos, prodígio e paranormal, que as impressiona fácil. Ele revela, em uma de suas adivinhações (como esse episódio foi místico, né?) detalhes da morte de Alison que não foram divulgadas nos jornais.

Lembrei na hora da árvore de bonecas na Amazônia de The River. Mas no prólogo, eu senti como se tivesse ido a uma cartomante charlatã! Mas ainda tá valendo. –A é mais onipresente que o Criador, isso é fato incontestável, e ainda deixa seu recado às garotas: “Sigam-na e acabarão como ela”. É, as bonecas podem falar, e ser a voz da vilã.

O pai da Aria fazendo a linha pai cuidadoso, que só quer proteger a família é tão… zzzzzzzzzzROINC. NEXT!

Mas a estrela desse episódio foi mesmo, sem sombra de dúvidas Jenna, essa linda! Sempre torci para que a história dela fosse mais explorada, a blind bitch tem muito a oferecer a série, seja causando compaixão ou ódio.

Como se nunca tivesse deixado de ver um mosquito a sua frente, ela revela-se forte, misteriosa e muito confiante em um olhar — melhor cena da temporada. Sensacional! Todo aquele drama na frente das garotas reforça minha desconfiança de que o incêndio na casa dos DiLaurentis foi proposital. Lembremos: Mona já ganhou a confiança das 4, agora Jenna, no mínimo, deixou de ser o alvo das desconfianças delas.

Mais um detalhe, dentre tantos, também chamou minha a atenção, e deixou-me bastante intrigado: se Hanna estava com o celular que era de Mona, como que –A conseguiu o número?

Animados? Desconfiados de mais algum personagem? Façam suas apostas nos comentários, porque dentro de menos de uma semana descobriremos a identidade de –A. GOD SAVE THE –A!

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