Smash 1×08 — The Coup

E num é que aconteceu o que eu não gostaria que acontecesse? Smash caiu num clichê de musicais… Lamento, mas The Coup foi, até agora, o pior da temporada, em que coisas sem muita conexão com a história principal tomaram conta, e até arrisco a falar, coisas bem banais. Existem muitas boas notícias por vir, tomara que mudem o rumo da série logo para não virar um novo Glee da vida.

E por falar em Glee, que cena foi aquela do boliche? Fiquei com vergonha, confesso! Se todo artista de musicais sair dançando por ai, seja no metrô, no cinema, a vida seria um saco, viu. E se eu presenciasse uma cena dessas, eu iria vaiar, no mínimo.

Foi a primeira aparição de Katie, personagem de Grace Gummer (filha da Diva Maior, Meryl Streep). A filha de Eileen se mostra a mais mimada das criaturas. Ao meu ver, é mais uma candidata a ingressar no Greanpeace ou na WWF na luta pelos direitos do que tiver na moda. E esse radicalismo, ela leva para a vida e, de repente, volta do sudeste asiático para lutar pelos direitos da mãe no divórcio. Menina idealista! Mas se ela quiser me fazer uma visita, e decorar meu apartamento, será muito bem vinda.

Adorei Touch Me, adorei a cena, adorei a coreografia e Karen, e fiquei tão confuso quanto o vocalista do One Republic, Ryan Tedder, e sem saber o porquê de tanto orgulho ferido com apresentação da canção. O cara vai com toda boa vontade pra fazer um trabalho bacana e é recebido assim?

Não acho também que o ritmo eletrônico combina muito com Marilyn, mas entendo que Derek queira expandir os horizontes dos autores. Na minha sincera opinião, Julia e Tom se portaram como dois autores falidos, ultrapassados e que vivem das suas memórias. E no final dessa confusão toda foi um festival de desculpas de extremo mau gosto.

Essa história toda serviu apenas para Eileen apressar a decisão definitiva de substituir Ivy por uma estrela já consagrada. Deus ouviu as minhas preces e tirou a loira do papel. Que venha a grande estrela, que eu não vou falar quem será, mas se você quiser pode acessar aqui ó!

E fiquei muito constrangido também com a situação do Ellis. A minha vontade de dar uma surra nele só cresce.

Desnecessária também é a trama paralela do noivo da Karen (que até esse episódio nem sabia o nome dele). Não entendi porque mostrar a questão da corrupção no sistema judiciário, e qual sua relação com o enredo de Smash. Só pode ser para justificar a presença de Dev na série, não vejo outra motivação.

Fica aqui o meu mais sincero desejo que o episódio da semana que vem seja bem melhor. Que “quebrem as pernas” e “merda para todos”. Até!

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