Supernatural 8×17 — Goodbye Stranger

Olha, eu posso não ser capaz de carregar o fardo que vem junto com estes testes…Mas eu posso carregar você”. Dean
“Você percebeu que acabou de citar O Senhor dos Anéis?”. Sam
“Qual é, mas é o hobbit que fez o Rudy, falou? Ele tem passe livre”. Dean

Não basta voltar do hiatus, tem que voltar detonando! Em mais um episódio excelente, tivemos o retorno de Castiel — quer dizer, do receptáculo, porque nunca sabemos quem está ali dentro — e de Meg, a demônia mais antiga de Supernatural.

No melhor estilo Resident Evil (os vários clones da Alice mortos pela Umbrella), Castiel foi exaustivamente treinado por Naomi para atender a qualquer ordem do Céu, inclusive matar Dean sem pensar duas vezes. Tá explicado o que o anjo vinha fazendo durante os meses em que desapareceu depois da morte de Alfie…

Sam tossindo sangue, Dean desconfiado do irmão, e vários demônios morrendo pelo país, sem nenhum motivo aparente. Não, não estamos na quinta temporada, apesar das referências.

Dean apelou e rezou, mas Castiel só voltou a procurar os Winchesters porque precisava de sua ajuda. A ação simultânea, mesclando o plano mental com as ordens de Naomi, e o físico com irmãos, foi o destaque de Goodbye Stranger. Muito bem pensado!

8x17 - Goodbye Stranger

Com a volta da trama da Tábua dos Anjos, ficamos sabendo que Cas estava procurando o esconderijo da tábua pelo país, razão da morte dos demônios por toda parte. Impetuoso, o anjo aparentemente iria cumprir os comandos de Naomi até o fim…Mas a comandante-anja não contava com os laços familiares que unem Castiel e Dean há cinco anos.

Cas retomou a razão (pelo que parece) e fugiu com a tábua, para protegê-la de Naomi e dos Winchesters. Ao som de Goodbye Stranger, do Supertramp, Sam e Dean se reconciliaram mais uma vez, depois do caçula prometer não esconder mais nada do mais velho. Legal perceber também o duplo sentido da música-tema do episódio, já que Castiel é, mais do que nunca, um “estranho” para todos…

Sente falta do Apocalipse, Castiel? Tudo era mais simples. Eu era má, você era bom. A vida era mais fácil. Agora tudo está tão bagunçado…Eu estou meio que boa, o que é um saco, e você está meio que mau, o que é, na verdade, bem excitante” . Meg Masters

Não dá pra terminar essa review sem uma menção honrosa para Meg Masters, a diaba mais camaleoa e highlander que já passou pela série! Cada temporada de um lado, cada episódio tomando uma atitude diferente, o charme de Meg era justamente esse: nunca sabíamos o que esperar da personagem. Apesar de seu fim já ser esperado, achei que a demônia merecia mais do que ser executada por Crowley, depois de um ano de torturas. #RIP Meg

Falando em Crowley, seu diálogo com Naomi serviu para duas coisas: divertir, como sempre, com as zoadas do Rei do Inferno lembrando da antiguidade; E mostrar que, apesar da áurea inicial de inabalável e toda poderosa, a anja é só mais uma serva do Céu. Todos os arcanjos já foram pro saco, assim como os antigos “fodões” Uriel e Zacharias. Espero o mesmo fim para Naomi…

O que achou de Goodbye Stranger? Qual o próximo passo de Castiel? Comente!

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