TB 3×03 — It Hurts Me Too

Bom, esse episódio não foi. Ainda assim há tanto para comentar que mal sei por onde começar.

Fiquei um pouco decepcionada com True Blood essa semana. Faltou ação, faltou roteiro, faltou tudo. Bizarrice, teve de sobra. O final valeu a experiência, como sempre, mas não podia deixar de falar que conteúdo também é importante e que precisamos disso para que a série continue consistente.

Apesar dessa minha crítica, acabei gostando de modo geral, por algumas pequenas coisas que vou enumerar a seguir e que, de forma positiva ou negativa, foram os destaques do episódio: Alcide, Franklin, o orgasmo de Tara, a cerveja de Jason, a fala de Terry e o momento exorcista.Vamos a eles.

Alcide, o lobisomem, merece menção por motivos óbvios. Ele traz um novo elemento para True Blood e Eric nem imagina que terá um novo concorrente. Eu, no lugar da Sookie, ia. Nos dois. Com perdão pelo trocadilho besta, teremos briga de cachorro grande. Alcide e Coot vão brigar feio e, pra ser honesta, quero que os dois saiam lindos e inteiros dessa.

Franklin, interpretado pelo ótimo (porém feio) James Frain é outro tempero novo na receita e ele está entrando com tudo. Tara que o diga. Fiquei com medo daquela cena orgástica dela. Foi a pior cena de sexo que já vi, simplesmente porque eu achei que ela ia ter um aneurisma a qualquer momento. Traumatizei imensamente. Mas Franklin, por si só, é algo ótimo. Ele vai dar tanta dor de cabeça para o Bill que já me alegra o dia.

A cerveja de Jason foi um detalhe bizarro. Talvez eu seja muito psicótica por reparar nisso e não nas cenas em que ele sonha em ser um policial e faz o texto de bunda de fora. O fato é que, no bar, Tara serve Jason, Jason bebe e o copo enche sozinho no próximo corte de cena. É um novo conceito em “REFIL GRÁTIS” do Merlotte’s, certamente, exceto, talvez, para os momentos em que Jason NÃO BEBE e o copo esvazia. Faca de dois (le)gumes.

Terry pode até não ter muito destaque na trama e já me pergunto se Arlene está grávida de algum ser bizarro — o que não seria impossível — no entanto, uma única frase fez dele o dono da melhor fala do episódio: “Se eu ganhasse um centavo pra cada vez que ouço isso… Eu teria 15!” Genial.

Pensei em nem pontuar sobre a família sebosa de Sam, mas aí está. Uma frase é só o que vale, pois chegamos ao melhor momento, então, pode chamar o padre, pegar o crucifixo e jogar muita água benta, porque o SEXORCISTA de Bill foi simplesmente… Simplesmente… Simplesmente…

Não há palavras para descrever. Eu, que sofri em cada cena de flashback da catapora, fui recompensada com Bill torcendo o pescoço da vampira que ele mais odeia. E que eu mais odeio. Para Lorena, aquele pescoço em parafuso é até pouco.

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