The Flash 1×2 — The Fastest Man Alive

Todos nós fomos atingidos por aquele raio”. — Allen, Barry

Se você tivesse super poderes, o que você faria? É essa a pergunta do episódio The Fastest Man Alive, o segundo da temporada de The Flash. Barry está empolgado com por correr mais rápido que qualquer ser humano e decide usar sua velocidade para salvar os cidadãos de sua cidade, mas, ele também quer continuar sua vida como policial forense de Central City.

Mas, antes de ser um super-herói, Barry é um ser humano. Um jovem rapaz que foi atingido por um raio de luz causado por um acidente com um acelerador de partículas. Lógico que tal acontecimento afetaria seu metabolismo. Isso não é novidade apenas para ele, mas, também para Caitlin e Cisco, que estão cada vez mais envolvidos na vida do futuro velocista escarlate e se juntaram a ele em suas missões e utilizarão os recursos tecnológicos do laboratórios S.T.A.R para descobrir outros meta-humanos. Foi interessante mostrar que, mesmo sendo cientistas, eles não sabem de tudo e também estão sendo surpreendidos a cada dia com as descobertas e consequências de um dos principais acontecimentos da temporada. Isso deixa aberturas para o desenvolvimento destes e de outros personagens da série.

A trama sobre o vilão do episódio demorou muito para se desenrolar. Se na estreia tivemos um roteiro cheio de acontecimentos que foram bem explorados, no seguindo capítulo houve explicações demais sobre os personagens. A narrativa de Danton Black, biogeneticista afetado com o acidente e se tornou um meta-humano capaz de gerar seus próprios clones, ganhou destaque apenas na metade do episódio. O recurso de vilão da semana também é algo que prejudicou a qualidade do capítulo, já que isto foi explorado e criticado com muita frequência em Smallville.

flash_1x2

Um ponto baixo do episódio foram os efeitos especiais. Ao contrário da estreia, que mostrou os poderes dos personagens de uma maneira muito convincente, neste capítulo fica evidente o uso do CGI (imagens geradas por computador) para mostrar as habilidades do velocista escarlate e de Multiplex.

Já o destaque do segundo capítulo é o ator mirim que interpreta Barry quando ele era uma criança. É possível enxergar verdade no olhar do ator e a química com John Wesley Shipp, o pai do velocista-escarlate, é inegável.

Se tem uma palavra que pode definir este capítulo é equilíbrio. The Fastest Man Alive mostrou que seres humanos e super heróis não devem passar dos limites e que qualquer coisa deve ser feita moderadamente. E ainda, mostrou que Barry Allen tem muito o que aprender sobre como ser o velocista escarlate, mas também, provou que pode dar conta do recado.

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