The Gates: Como fazer algo ruim ficar pior

Por Erika Ribeiro

A “febre vermelha” vem só aumentando com o passar do tempo e com o aumento de filmes da “saga” Crepúsculo que vão as telas de cinema. Resumindo, quanto mais gritos e brigas por lobos descamisados e vampiros porpurinados, mais se dá brecha a esse “plot”, principalmente na TV.

Depois de True Blood, que não encaro como parte da febre freak de vampiros adolescentes, mas como sendo da categoria porn light underground; tivemos duas novas séries baseadas nestas histórias que foram The Vampirie Diares e The Gates. E com todo o respeito que The Vampirie Diares merece (medo das fãs loucas jogarem um vírus no blog), eu falarei apenas mal, abertamente, de The Gates.

O que é The Gates?
Você Sabia: The Gates é um livro (som do BOOM de LOST)? E este foi publicado muito antes dos livros de Crepúsculo e até de True Blood?

Sabe quando uma série chupa ideias de séries consagradas e de sucesso? Então, a série tem esse objetivo de vida, mas ela parte para uma coisa ousada quando, em vez de pegar os melhores elementos, ela pega os piores possíveis e faz um mexidão untando tudo com atores e atrizes canastras de várias idades.

A série se propõem a fazer uma mistura de Donas de Casas Desesperadas, Dawson’s Creek e Charmed e é tão ruim que chega a agredir os campos sensoriais de quem assite com um mínimo de bom senso e crítica.

Mesmo assim, acho que essa maravilha merece ser estudada a fundo, por isso decidi expor os plots chupinhados e aplicar meu apurado senso, ou falta dele, afim de mostrar o que falta a essa trama para se tornar um sucesso. Vem comigo!

Desperate Housewives:

1- Mulher gostosa que casou e não quer ser casada, se sente limitada por marido e filha.

2- Nossa vizinhaça parece tranquila, mas esconde segredos que ninguém jamais poderá saber, além de atrair sempre mais problemas para dentro de sua área habitável,ou não (Gates é a New Wisteria Lane).

Senti falta: De terem uma fantasma narrando a história, o que traria mais um personagem fantástico, já que só falta isso e a família de Franksteins e de ter a Lucélia Santos no papel de Bruxa com 3 filhos, profissão e com marido pamonha.

Dawson´s Creek:

1- Amigos adolescentes que tentam passar pelas barras do amor (a galerinha Múltipla Escolha do Gates).

2- Triângulo amoroso… isso tem em qualquer série!

Senti falta: de uma Andie McPhee louca aloprando tudo, ainda mais sendo, sei lá, uma mulher Anaconda? Uma mulher Anaconda esquizofrênica? Isso sim é um bom plot. Também achei fraco não usarem do romance de aluno com professor que voltou a moda com Pretty Little Liars (Mentirosinhas). Aquele professor fofolete tendo um caso com a garota que tá virando uma predadora de energia vital, ela ia se fartar ali.

Charmed:

1- Bruxas.

Senti falta: Não tem bruxas bonitinhas sendo feita por atrizes que fazem barraco nos bastidores e geram notícias no E! Enterteriment. Isso dá audiência. Não se pode ter um elenco 100% engajado com o projeto, tem que por a Misha Barton logo nessa série e, com isso, no mínimo, gerar um canal próprio no YouTube. Uma Shannen Doherty também cairia como uma luva para rivalizar com a Vampiranha de Rhonda.

Informe: Aviso que não me utilizei do filme “Loucademia de Policia” só porque é um filme e não uma série, mas caberia também, afinal aquela delegacia de brincadeira lá do The Gates só tem gente perdida. Pena, não ter um Tacoberry para dar uns tiros e dar uma emoção.

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