The Voice Brasil 3×11 — Karaka muleke, que merda foi isso!

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Já não basta o programa ter sido uma porcaria, daí você entra aqui e descobre que a review não foi feita pela PhD em reality e musa em tempo integral, Nany Mata? Que morte horrível, Brasil! Mas calma, para tudo tem uma explicação. É que a Nany foi selecionada para participar da cadeira elétrica do BBB15, olha que máximo!! Não sei se eu podia estar fazendo a Fabíola Reipert e dando esse furo, mas enfim…

Então tenham paciência comigo, porque até ontem eu estava seguindo o The Voice Brasil por força do hábito mesmo. Estava mais ficando fazendo gracinha no twitter do que prestando muita atenção para a coisa toda. Daí ontem foi diferente! Peguei até um bloquinho para fazer anotações. E acabei nem usando, porque né? Para quê? Meu Deus aonde erramos com o The Voice Brasil?

Justiça seja feita, a primeira temporada, tirando o fator novidade, foi bem legal. Tinha gente séria mostrando o seu valor. Tinha todo um cuidado técnico na escolha dos candidatos e principalmente na escolha das músicas a serem defendidas. E agora? Sobe qualquer um, vira-se pra qualquer um. É técnico salvando quem já deveria ter saído. E o público também tem grande parcela de culpa. Estamos salvando mais pelo carisma do que pela voz (e quando não foi?).

A noite de ontem parecia baile de formatura do 9 ano, turma D! Que falta de aprimoramento técnico. Daí entra um cara e começa a cantar Thiaguinho, kinem o Thiaguinho. Como assim? Sendo que semana passada o mesmo cantor imitou Alexandre Pires. Achei que estava assistindo Essa Artista Sou Eu. Olha, na boa, nada contra o artista que canta se espelhando em outro artista, o mercado está aberto para todo mundo. Mas, cadê a identidade? Gosto do candidato que rouba a música para si, sabe. E nessa temporada não temos ninguém assim.

O decorrer da noite foi um desfile de gente cantando Skank, Jota Quest, repertório tilêlê e, claro, músicas internacionais cantadas em uma língua ainda não estudada por ninguém. Assim fica muito difícil defender esse formato, viu! Até Nonô Lellis, que ganhou meu coração por conta da fofurice, foi sofrível. Como o técnico permitiu que uma menina de 17 anos cantasse Crazy in Love, da Bey? Poxa, é o tipo de música que pede o pacote completo: voz, corpo, carão, bocão. Para quê então técnicos se são incapazes de auxiliar os candidatos da melhor forma?

Enfim, os que se salvaram pelo voto popular devem ser os quatro finalistas dessa temporada: Romero, Leandro, Nonô e Kim. Triste constatar que dessa temporada não se levará nada. Talvez uma bandeja de salgadinho requentada que sobrou desse baile de quinta.

(Gente, semana que vem Nany retoma seu posto de rainha disso aqui. Obrigado a quem chegou até o final desse texto. Se não foi fácil assistir, imaginem escrever).

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