True Blood 5×04 — We’ll Meet Again

Trust no one!” Northman, Eric

Em clima de CSI: Bon Temps e X-Files feelings, tivemos mais um bom episódio nessa já irregular temporada. Ótimas piadas, expansão mitológica razoável, retomada de pontos anteriores pertinentes, intrigas e muita investigação. É disso que a gente gosta!

Quem tem acompanhado a review, sabe o quanto eu cobro por uma explicação sobre o “estupra mas não mata” que Andy sofreu da fada Maurella. Eis que chegou a hora de iniciar o desarolho dos fatos e quero começar o post com isso. Vem comigo!!!

Deu medo, pois ao que tudo indica o mundo das fadas ainda tem história para contar e esse nunca foi o plot mais popular da série. Mesmo assim, acompanhamos curiosos o incurso de Jason, o Xerife e o Juiz da cidade indo parar numa “raiver” de fadas, que não era no Lustre do Castelo — caso contrário teríamos visto Lana e Lara.

Pelo menos vimos o reencontro entre Jason e sua prima. Por incrível que pareça, nessa hora Jason foi inteligente e conseguiu ligar A e B e sacar que tem coisa errada por ali. Duas, aliás! A primeira é que aquilo não pode ficar no mundo das Fadas, senão quando os três voltarem, tem que se passar um bom tempo no mundo maior — mas talvez o balada seja num plano intermediário.

A Raive das Fadas Burlesques

O que diminui a coisa errada para uma, e daí não é erro técnico. Caberá a Jason investigar e ser útil na trama com isso, já que nunca engolimos aquela história de que os pais dele e de Sookie morreram numa enchente, não é mesmo?

Pelo visto, há vampiros envolvidos e fiquei pensando: será que não é isso que vai levar Sookie direto à Autoridade? Veja bem, o enredo principal desta história é a presença da “Otoridade”.

Sabemos que Sookie é poderosa e não me admiro se ela for usada como arma para capturar Drag King Russell. Em troca, o nome daquele que não deve ser nomeado de quem matou seus pais. Ou tô viajando demais? Vamos teorizar nos comentários…

Lafayette e seu demônio.

Ah, sim, querida, você é uma sobrevivente. Você sempre escapa. Mas, porra, você deixa um rastro de morte por onde passa!” Reynolds, Lafayette

Já que estamos na Sookie, vamos continuar. Após quatro temporadas, Sookie finalmente começa a colher os frutos podres de toda a encrenca que arranjou. Mas isso é o de menos, já que finalmente pudemos ver uma das cenas mais esperadas de toda a série.

Não, não estou falando dela bêbada no sofá! Nem dela histérica (já estava com saudades) dizendo a Lafayette que deveria se entregar!! E quase acertou quem achou que estou falando de quando os roteiristas colocaram na boca da personagem que todo mundo a odeia. Adoro quando isso acontece. haha

Tô falando da pegação com Alcíde no sofá mesmo. Uhu!!! Beeeeeem gostosa aquela cena, né? A Sookie deve soltar Hadouken até pela xana, porque não é possível o quanto ela pega nessa série, mano!

Sookie e Alcíde - finalmente rolou beijo em True Blood!

Péssimo momento para visitas, Bill.” Northman, Eric

E pior que cata bem na hora errada, para variar. Com Bill e Eric vendo tudo pala janela. E o primeiro fazendo a linha “magoada”, dizendo que vai usá-la mesmo para capturar Russell e não vai dar escolha.

Acho é bom. Sookie tá muito avulsa nisso tudo. Mas acho muito hipócrita da parte do Bill, afinal se todo mundo se fudeu pela Sookie, a Sookie fez todo mundo se fuder por causa dele. Daí ele cai nesse papinho da RevolTara e faz a ressentida?!?!?! Bitch, pliz!

Sobre o caso Debbie, felizmente conseguiram dar um bom closer para a história — mas podiam ter feito isso antes. Espero que pelo menos isso esteja morto e enterrado nesta série, pois olhaaaa… Tô para ver lugar onde morto levanta mais do que em Bon Temps, isso porque nunca teve zumbis. Vamos acompanhar…

Casos de Família

Apesar do título We’ll Meet Again, acredito que o grande tema deste episódio tenha sido a criação dos laços vampíricos, a parte de qualquer reencontro. Interessante ver que, enquanto Pam começa a se afeiçoar aproximar de Tara, sua ligação com Eric chega ao fim. Eta cena de cortar os pulsos e dar para um vampiro beber seu sangue, não é mesmo?

Parabéns, você já é vovô!” de Beaufort, Pam

Quando Eric chama Pam para conversar, a coisa ficou tensa. Aliás, vê-lo naquele trono já deixa qualquer um com a veia do cu piscando a pulga atrás da orelha, né?

Horas após as ameaças, vem o papo sério do coração. Tive a sensação de que quando Pam pede para ser liberada, na verdade, ela estava testando Eric para saber se ele a amava o suficiente para mantê-la próxima como sua cria. Isso faz algum sentido? Do tipo, “se ele me ama ele não vai me libertar”?

Por mais que amor com posse seja a coisa mais brega para uma vampira como Pam, acredito nessa teoria. E só não digo que a Pam pode mais porque estou falando do Eric Fucking Northman. Ai, ai!

Pam chora nos ombros de seu criador, o vampiro Eric.

Para encerrar sobre os dois, enquanto Eric e Pam conversavam no porão do Fangtasia, vocês também sentiram que esse temporada promete morte grande nos momentos finais? Espero que seja só impressão. Mas vamos mudar de assunto. Credo!!!

Vamos falar de coisa boa: quem não adorou ela saindo daquele caixão, que só podia ser dela, obviamente usando um salto!!!

Sério, três dias de idade e já tem distúrbios alimentares! Porque só acontece comigo?!” Beaufort, Pam

Ao mesmo tempo, divertidíssimo acompanhá-la cuidando de Tara, que se comporta como uma criança mimada, falaê! Morri de rir na cena em que ela se queixa para Bill de que Pam anda usando o “Como sua criadora, eu ordeno…”! rsrsrs

Acho que podemos reclamar um pouco menos da newbie vamp, né? Valeu a pena.

Roman, a Autoridade em True Blood

Enquanto isso, na sala da Justiça…

Tensa a cena da Autoridade tentando descobrir quem era o infiltrado, hein?

E os detalhes bíblicos seguem enriquecendo a mitologia da série enquanto os roteiristas engrossam o caldo trazendo detalhes como a Lei dos Direitos dos Vampiros e também o ritual de Juramento Vampírico.

Apenas não consigo entender qual era a da Nora. Vocês que são mega mais viciados na série, do que eu, podem me explicar? Eu não estava acreditando que ela era mesmo uma espiã sanguinista, afinal com aquilo tudo de prata líquida em seu próprio cadáver, quem não diria o que o torturador quer ouvir?

Acorda, amiga. É só um livro. Eu conheço o autor e ele estava bem doidão quando o escreveu.” Braun, Dieter

Será que ela já sabia dos esquemas sórdidos do Vampirinho, e estava guardando a cartada para o momento certo? Ou isso bate mesmo o martelo e a torna uma traidora? Afinal, bem vimos a cena dela rezando para Lilith, se mostrando muito mais crente que os próprios Chanceleres da Autoridade.

Podemos ressaltar também que Roman está numa busca cega e desenfreada atrás de culpados, como um verdadeiro líder extremista religioso. Me pergunto quem é o verdadeiro terrorista aí. Não é raro vê-lo perder o controle da situação, subir o tom e fazer ameaças.

Seja o que for, ver um vampiro morrer já é legal. Ainda mais quando a Autoridade em pessoa mata uma criança insuportável, né?

Sam Trammel: Quem matou Hillary e Obama?

Só para não dizer que não citei…

Alguém realmente se importou com a morte de Obama e Hillary na varanda? Sério, tudo que não precisamos agora é Sam ganhando uma trama desconexa. Já basta Terry no Iraque!!!

Ok que o cozinheiro sempre foi um cara estranho e seria bacana saber o motivo. Tudo bem que até sempre interessante ver Alan Ball criticando a política americana. Mas Guerra do Iraque já é tão batido. E, o mais importante, poderia ter sido resolvido em websódios na entresafra de temporadas, explicando o motivo de Terry ser bizarro — se é que alguém se importava com isso mesmo.

Enredos como estes apenas tornam a série lenta. Desnecessários! Mesmo assim, seguimos firmes, fortes e curiosos rumo ao quinto episódio. Que ele chegue logo!!!

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