True Blood 6×06 — Don’t You Feel Me

Eu posso ser uma vadia, mas eu não sou burra.” Stackhouse, Sookie

Don’t You Feel Me veio com sua lentidão mostrar algo que já sabíamos: a xana de Sookie é extremamente poderosa.

Além de fisgar figuras poderosas como Eric, Bill e Warlow, finalmente descobrimos que a princesa das fadas é realmente capaz de soltar hadoukens vaginais, como apontou a cena final do sexto episódio. Ou seria um orgasmo de luz? Sarah Sheeva fica no chinelo, isso é que é um culto de Princesa!!!

Com o fim do episódio anterior, realmente desejei que Sookie fosse transportada para uma realidade paralela, dentro da água — o que nos pouparia do ridículo enredo de que o pai da protagonista a preferia morta do que vampira, algo meio sem sentido. Bem, a realidade paralela realmente veio neste episódio, ainda que não embaixo d’água.

Com o resgate de Ben, a mando de Bililith, a fada já salva decidiu sumir de vista e dos poderes de seu agora poderoso ex namorado. E é aí que descobrimos que Ben/Warlow não é apenas fada-vampiro, mas também um pouco lobisomem. Por favor roteiristas, ainda falta contar que Warlow é mais alguma coisa??? Tá perdendo a graça isso aí.

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Como disse o personagem, em seu coração ele ainda é uma criatura da luz. Mas quando a noite cai… Aí fia, o negócio é confusão, tapa na cara, chupada no pescoço e muita gritaria.

Alguém ficou com a cara no chão quando Ben revelou que matou Lilith por vingança? Não!? E quando ele revelou o plano de ser vampiro com Sookie, para que um chupe o outro por toda eterninada? Também não!?!? Nem eu…

Mas, vamos admitir que a cena final do episódio foi mais uma sensacional montagem na qual não sabemos se estamos vendo realidade ou devaneio. Será que pela primeira vez os produtores da série terminaram um episódio com um gancho falso? Eu não duvido de mais nada.

E enquanto todos participávamos de um bolão para saber quem seria a próxima vítima, somos premiados com a morte de Terry. Não sei vocês, mas eu estava torcendo por um prêmio acumulado com a morte de Sam, Tara, Terry e Alcíde. Não foi dessa vez.

Terry se despediu com uma cena tocante e realista, como aconteceu com Hoyt. Ao que tudo indica o ex soldado foi assassinado por seu companheiro de guerra, que descobriu sobre a morte de Patrick. Ou não? Talvez a revelação para este “mistério” esteja no depósito de Terry? Quem Dá Mais Feelings. Eu realmente não me importo em saber o que há lá dentro pois já fiquei feliz que ele morreu.

Também não posso negar a felicidade ao ver Alcidão praticamente expulsando Sam da série, proibindo o dono do Merlotte de voltar para Bon Temps. Mas como felicidade de pobre dura pouco, já sabemos que Sam vai desafiar o lobisomem e por os pés na cidade mais segura da Luisiana — só que não. Esperamos que Alcíde cumpra sua palavra e que depois se arrependa ter matado Sam e acabe se suicidando após matar Tara — de brinde, mesmo.

Mas vamos ao que interesse, o local que mais promete movimentar esses momentos finai de True Blood: o campo de concentração.

Como imaginado, os Jogos Vampirazes acabaram em chacina de humanos. Pam e Eric provaram que estão acima de qualquer expectativa quando o assunto é combate voador. Mas logo vemos que há muito mais ali dentro do que uma simples arena.

Enquanto Burrell ensaia a possível morte de Norah, Jason invade acampamento e acaba sendo torturado junto com Jessica. Sarah não percebe, mas é exatamente isso que vai unir os personagens. Tara e Willa se mostram uma verdadeira dupla de fuga. Ou será que os guardas do local é que são fajutos? Talvez não mais fajutos que os roteiristas, por darem uma escapada tão fajuta aos personagens.

Vendo pelo lado bom, isso nos permitiu uma descoberta: Eric se enveredou pelos corredores do edifício e deu de cara com os planos do Governador (com trilha inspirada em Psicone). A ideia de montar uma fábrica de Tru: Blood e ter retorno pessoal com contratos políticos ilícitos não passou de uma crítica social mau aproveitada. No final das contas, o vilão da temporada queria mesmo é passar um golpe mexicano e envenenar os vampiros mais sedentos com algo que parece xixi.

Burrell teve um plano tão cretino quanto sua morte. A chegada triunfal de Might Bililith só não podei ser melhor do que a arrancada de cabeça ao bom estilo Game of Thrones. Ned Stark manda beijos.

Na próxima semana tem a crítica ao episódio World Without End. Confira o promo:

Ponto alto: Jason ensinando a matar vampiros.

Ponto fraco: O ritmo lento do episódio, que apresentou várias coisas interessantes e ainda assim parece não ter contado nada.

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