TVD 3×16–1912

“Mas o que é ser um vampiro, se não saborear o prazer de sê-lo?” — Sage

E voltamos com a nossa programação normal! Mesmo com um ritmo mais lento que os últimos, 1912 prende por ser um episódio que, ao mesmo tempo em que traz luz para algumas questões, deixa um rastro de perguntas.

O roteiro nos leva ao ano de 1912 para começarmos a entender a trama dos assassinatos dos fundadores de Mystic Falls e porque Alaric está sendo acusado, no tempo presente, de ser o serial killer. É neste ano também que algumas características dos irmãos Salvatore são formadas: o poder sedutor de Damon e sua total desenvoltura em saciar seus desejos por sangue e a velha questão de Stefan em ser um vampiro melhor não bebendo sangue humano e sua assustadora “outra face”.

Uma vez em Mystic Falls de 1912, Stefan e Damon estão se reencontrando depois de 50 anos afastados, para o velório do tio/sobrinho Zachariah Salvatore, um dos fundadores assassinados naquele ano. Também somos apresentados a Mariana Lockwood e Samantha Gilbert, sendo esta última, neta de Jonathan Gilbert e peça fundamental para o desenrolar do mistério dos assassinatos. E temos a fascinante Sage que, mesmo em curtíssima participação, deixou um gostinho de quero mais.

É Sage a responsável por mostrar a Damon um mundo completamente diferente visto pelo olhar de um vampiro. A frase que escolhi para abrir a review resume bem a “filosofia” de vida pregada pela vampira, ou seja, não adianta fugir da sua nova forma de vida, saiba lidar com os seus desejos, sacie-se e divirta-se.

Admirado com o novo mundo que lhe é apresentado, Damon quer mais é dividir isso com o irmão. É aí que mora o perigo. Para Stefan não existe controle quando o assunto é desejo por sangue. Na cena — belíssima fotografia — em que ele mata a jovem Mariana Lockwood, vemos pela primeira vez, e para o espanto de Damon, a face “Estripador de Monterey” de Stefan.

Nos tempos atuais, temos Alaric sendo acusado de ser o responsável pelas mortes de Brian Walters e Bill Forbes. Inconformada com a situação, Elena, com ajuda de Matt, no melhor estilo Sherlock e Watson, invade o apartamento da Dra Meredith Fells atrás de pistas que inocentem o amigo.

Ponto para o roteiro que no decorrer do episódio vai deixando sutis pistas, através de diálogos, do que pode vir a acontecer. A que tudo indica, realmente é Alaric o responsável pelos crimes. De acordo com relatos contidos no diário de Samantha Gilbert, ela também foi vítima da mesma “loucura” e se declara culpada pelos assassinatos dos fundadores em 1912. E o único elo entre os dois é o anel Gilbert, que era usado por Samantha e que, no decorrer dos anos, chegou às mãos de Alaric.

E assim o episódio nos deixa com várias perguntas, pelo menos para mim: seria somente o anel, o responsável por desencadear nos seus donos uma veia assassina? Por que matar somente os membros das famílias fundadoras? Será que Isobel, ao dar o anel para Alaric, sabia o quanto ele era poderoso e assim poderia tirar os vampiros da lista dos suspeitos? E como Meredith sabia disso tudo? E quem é essa mulher, o que ela quer, de que lado está?

Que venham os próximos episódios, sem hiatos, por favor, para responderem todas estas questões! Até semana que vem.

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