Fifth Harmony ou as clones de Beyoncé

#GONGSHOW percebe que não há originalidade no Fifth Harmony ou as clones de Beyoncé.

Salve, Brazyl! (beijos, Ana!)

A sua, a minha, a nossa #GONGSHOW está de volta e já vai logo colocando o dedo na ferida: alguém pode me explicar o recente sucesso e a histeria coletiva em torno da girl band Fifth Harmony?

Tudo aconteceu quando um amigo e eu estávamos passeando em uma dessas lojas que vendem livros, DVD’s, blue ray, órgãos extraídos de crianças da África Subsaariana e CD’s, claro. Paramos em frente à prateleira de música pop. Sim, por incrível que pareça ainda há uma seção dedicada à música pop e vocês ficariam surpresos com a quantidade de gente que eu achava que tinha sumido, mas que lançaram um álbum recentemente. Em breve eu comento sobre isso.

Meu amigo pegou o 7/27. Sim, não é só Adelão que anda batizando os álbuns com datas. A falta de criatividade começou por aí. Então ele comentou que não conhecia aquele disco da Beyoncé e achou de extremo mau gosto, além do epítome do falta de modéstia, a Queen B colocar-se cinco vezes na capa.

Quando eu fui alertá-lo que não se tratava de Beyoncé, parei para olhar bem na capa e não é que ele tinha razão? Saca só essa capa e essas fotos e vejam se não rola uma vibe mega Beyoncé?

E então eu peguei pra ouvir um pouco do disco novo e tudo que eu ouvi já tinha sido feito no álbum anterior das mesmas garotas que já tinha sido produzido por alguém no universo pop. Não há nada novo. É como comer arroz com carne moída da segunda, risoto de carne moída na terça e bolinho de arroz com carne moída na quarta. No fim das contas, o gosto é o mesmo; só mudando o formato.

Se você parar para analisar a o Fifth Harmony, logo percebe que o talento individual é quase nulo e elas só funcionam bem como grupo. Como um quebra cabeças infantil de cinco peças. Se algumas delas resolver sair, vai flopar mais que a Nicole Schernaiohfiuahsgoiuahroiuhwiouger.

Ah, Xico, mas aí elas lançam um single com um clipe que subverte o papel da mulher e dos operários… Ai, que preguiça, gente! Para que tá feio. A melhor coisa que Work from home produziu, foi isso aqui ó:

O complicado é que o disco das meninas não serve nem para siacabar nas buatchy da vida. O máximo é buscar alguma versão remix pra te fazer sijogar na pista e executar a dança da minhoca eletrocutada tão em voga nas casas noturnas.

Quando eu vejo que Fifth Harmony é o que faz sucesso no mundo pop atualmente, percebo que a música pop é aquela velha senhora decadente que insiste em usar colar de pérolas quando todas as ostras do planeta foram extintas. Deprimente.

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