Gotham 3×01 — Mad City: Burn the witch

Uma verdadeira caça às bruxas é impetrada em Burn the witch.

Cabe a nós, a vocês, matar cada monstro que verem” — COBBLEPOT, Oswald.

Burn the witch é bem sintomático dessa nova fase de Gotham. A série trilha por caminhos seguros e não tem pressa de fazer as coisas acontecerem. O que é muito bom para quem acompanha o programa e entende que nesse tipo de série é fundamental deixarem as coisas acontecerem.

Começamos com Bruce conhecendo pessoalmente os verdadeiros donos da cidade e acaba fazendo um acordo para manter-se vivo: parar com as investigações acerca da corrupção em suas empresas e sobre o assassinato de seus pais. É compreensível esse tipo de acordo seja feito, afinal, Bruce é muito jovem e ainda não consegue discernir algumas coisas. No entanto, é evidente que ele não irá parar, ainda mais quando o Bruce clone invade a mansão. O que preocupa sãos as consequências futuras dessa quebra do protocolo.

Depois que não conseguiu arrancar nada de Peabody, Fish Mooney decide ir atrás de Hugo Strange para que ele a curo daquilo que a enfraquece. Aliás, não é apenas ela que precisa de uma cura: todas as outras vitimam de Idian Hill também necessitam de uma solução se quiserem continuar vivos. O problema é que Huge não é capaz de muito.

Como se não bastasse os problemas próprios, Fish precisa lidar com uma verdadeira caça às bruxas organizada por Oswald. O Pinguim incita a população de Gotham contra os monstros liberados em Indial Hill. Chega a ser curioso acompanhar essa sequência. Quem Oswald pensa que é para chamar outros de monstros?

O discurso final de Fish é um exemplo da monstruosidade que Oswald é. Por mais que ele queria se livrar de Fish, foi ela quem o transformou no Pinguim. E ele entende isso quando a deixa partir junto com Huge. Naturalmente, os dois não tardarão em voltar e causar problemas para Gotham.

A jornalista Valerie ganha mais espaço dentro da trama e fica cada vez mais evidente que se tornará um interesse romântico para Jim Gordon. Tal inserção é positiva, pois é natural que em uma cidade como Gotham a impressa seja bem presente e sensacionalista. O bom é que Valerie é esperta e tem boa química com Gordon. Talvez Lee já seja carta fora do baralho.

Enquanto isso, pouco a pouco, Gotham vai mostrando a história de Ivy. Após uma rápida aparição no primeiro episódio, agora acompanhamos um pouco mais daquele que virá a ser a Hera Venenosa. Talvez esse seja o melhor ponto de toda a série: mostrar como eram os personagens antes de se tornarem como os conhecemos. Os pequenos detalhes contribuem para a construção da personagem. Chega a ser vibrante ver a interação dela com as plantas na casa do homem que a acolheu. Megan Geha conseguiu captar bem a essência da personagem.

Outro belo episódio mostrando a consistência da série. Fiquem agora com cenas do próximo episódio.

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