Nova Iorque, Nova Iorque…

Esse post entra atrasado, pois ontem fiquei sem postar. Mas meu terceiro dia em NY terá seu merecido destaque. Dessa vez me preparei para não ser enganado pela claridade na janela (ou pela falta dela).

Programei o relógio e acordei às 8h. Pulei da cama, me arrumei e fui correndo para o Rockefeller pois havia comprado tíquetes para visitar o Top of the Rock às 9h10. Me confundi um pouco com o metrô mas acabei chegando a tempo. A entrada para o TotR é $27,00. Carinho né? Mas já aprendi que esta é a média de preço para atrações turísticas mesmo.

Seu tíquete possui hora de entrada e você pode subir de acordo com o relógio que fica na entrada do caminho. Ele chama pelos grupos que antecedem a certo horário. Há um limite de pessoas no topo do 30 Rock.

Há que passar por um detetor de metais, mas a fila se move rápido. Depois disso, o passeio começa. Você inclusive pode tirar uma foto imitando aquela clássica pose dos construtores de arranha-céus americanos, sentados sobre as vigas de ferro com a cidade ao fundo. Claro que o fundo é uma foto. Mas o resultado é bem legal — pelo menos a foto dos outros que eu vi na lojinha parecia, pois como estava sozinho acabei preferindo não tirar.

Dali parte-se para o elevador, que obviamente é expresso e super rápido. O teto do elevador é um charme à parte, todo transparente e preparado para receber uma transmissão com imagens relacionadas ao prédio, que é sede da NBC e outras empresas.

Saindo do elevador você está no primeiro dos três níveis do deck de observação. A única diferença entre eles é que há uma espécie de funilação invertida. O primeiro nível é protegido com vidraças para evitar acidentes com queda. O segundo já não, afinal a área logo abaixo dele é o primeiro nível. Portanto há áreas apenas com grade de proteção. Já no terceiro há apenas as grades e muito menos áreas bloqueadas.

A vista é fantástica, em todos os cantos. Uma pena que o Chrysler fique tão escondido. Quase não dá para vê-lo. Mas o Empire State está lá, lindíssimo e imponente, assim como o Central Park. Aliás, esta é uma grande chance de fazer fotos legais do ES Building, afinal visitando ele você não consiguirá fazer imagens desse grande e eterno cartão postal da cidade.

De lá, voltei para casa. A Ana já havia chegado e fomos passear para ela conhecer a paisagem. Estávamos ansiosos para visitar a The Harry Potter Exhibition, que é uma exposição com objetos e figurinos dos filmes da saga. No caminho, passamos pela Times Square e fizemos muitas fotos. já fiquei louco quando vi a gigantesca Toys R Us.

Mas, voltando à exposição, ela acontece em um espaço de exposições do canal Discover e é um verdadeiro caça níquel. claro que os fãs se emocionam ao ver os objetos que comporam o filme. mas você não pode tirar foto de nada!!! a única foto permitida é vendida ao final, com preço mínimo de $20!!! Sem contar que a lojinha é um verdadeiro assalto a trouxas — com o perdão do trocadilho — falta de vergonha na cara é pouco.

De lá partimos para a BH Photos e depois vazamos para o Time Warner Center, ou coisa parecida… Não lembro mais a ordem. Enfim, aquela foi a primeira paisagem puramente nova-iorquina que tive, e sabia que a Ana iria se maravilhar também. Fizemos algumas fotos do Columbus Circle, da entrada do Central Park e fomos para a loja da Apple. Depois fomos encontrar mais dois amigos para visitar a Century 21.

Quem vem a NY para fazer comprar precisa ir até lá. A Century é uma loja de departamentos com ar de outlet, ótimo para comprar underwear e outras peças bacanas de marcas badaladas e desconhecidas no Brasil. Em que lugar do Brasil você compra uma alevis original por R$50,00???

O passeio foi cansativo, mas o impacto maior quem sentiu não foi meu pé, mas meus bolsos. Não pelo preço das compras, que super valia a pena. Como esqueci de avisar ao banco que estava no exterior, minhas compras não foram aprovadas no cartão e tive que pagar tudo com dinheiro.

Mas as inimigas podem voltar a ficar ‘chatiadíssimas’ pois já está tudo resolvido e eu sou ryca novamente!!!

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