Parenthood 4 x13 — Small Victories

Pegando carona na divertida seção “conexões” da revista Super Interessante, vamos analisar esse episódio “do Mark ao Mr. Cyr”. Afinal de contas, ele esteve envolvido nas tramas do antepenúltimo episódio da quarta e melhor temporada da série.

Mark. Como o flashback inicial nos mostrou, foi a interrupção do rala e rola entre Amy e Drew que deve ter feito a camisinha estourar, tamanho o susto levado pelo casal. Portanto, Mark é o culpado pela gravidez adolescente de seus próprios alunos! Tudo bem, eu posso estar viajando, mas assim fica mais divertido essa história, já que o casal principal deu um show de interpretação, só que ao contrário, em especial…

Drew. Desde semana passada, com o comercial apresentado ao fim do episódio, um dos spoilers finalmente era revelado. Para nós, telespectadores, seria muito mais interessante que a gravidez tivesse ido adiante. Seria bem bacana acompanhar um casal de adolescentes se virando com a maternidade. Até pensei por um momento que o término do namoro seria, na verdade, para uma gravidez escondida de Amy, que voltaria lá na sexta temporada com um lindo presentão. Mas pensando claramente, é claro que eles iriam optar pelo aborto. Estamos em pleno 2013, e isso não é mais tabu algum. Só nos resta agora ver qual será a reação de…

Sarah. Pode até ser que não vejamos esse desabafo, em vista do que vem por aí no próximo episódio. Pelas cenas mostradas, parece que finalmente Sarah terá que fazer a sua escolha. É o que eu disse numa review anterior: se essa situação não for resolvida em duas semanas, eu não ligarei mais para vida amorosa dessa personagem. Percebem o quanto ela funciona infinitamente melhor como “mãe” do que como “namorada”? Resquícios de um Gilmore Girls, talvez. O que importa é que a gente merecia acompanhar a continuação da cena final. Afinal, em matéria de mãe calorosa, ela tem muito o que ensinar a sua irmã…

Julia. Está ou não está claro quem estará envolvido com o outro grande spoleir da temporada? Victor continuou sendo Victor, assim como Sydney continuou sendo Sydney. Nessa história o que mais me chocou foi a ausência de Joel. Ele já demonstrou querer ser o homem da casa em temporadas passadas mas, agora que a panela está fervendo, ele pula fora? A frase de efeito dito por ele a Victor aos quarenta e cinco do segundo tempo foi nada perto do que ele deveria ter feito. Só ele mesmo para se assustar com a dúvida de sua esposa em querer continuar ou não com o processo de adoção. Se acontecer “aquilo” mesmo, eu fico totalmente ao lado dela. Joel poderia aproveitar esse tempo (e olha que ele tem tempo, hein) e fazer um estágio sobre “como ser pai” na casa do cunhado…

Adam. A puberdade chegou para Max e, como sempre, seus pais tiraram mais uma história de letra. Como há muito não se via, Kristina foi coadjuvante nesse episódio, mas nem por isso deixou de ser lembrada. Seja ao pedir socorro ao marido quando filho e sogros conversavam sobre ejaculação, ou quando jogou na cara dele o papo de “Eu falei com a Haddie, agora você fala com o Max”. Muito bom vê-la sorrindo e se preocupando só com os problemas familiares. Mas não precisa vestir roupas de avó só por causa da doença, né. Enfim, mais pontos para esse casal que tem a tradição de sempre dar a volta por cima. E por falar em tradição, preciso falar de…

Crosby e Jasmine. Era fato que Renee iria causar problemas ao casal. Jasmine continua sendo a pavio curto da relação, com aquela cara de “Eu tenho a razão”. Mas a maturidade também chegou para ela, e faz tempo que ela não eleva o tom de suas discussões. O outro maduro é Crosby, que está sofrendo psico e fisicamente a proximidade da sogra. Bexiga cheia é um problema sério, e eu começo a apostar que veremos uma resolução para essa casa cheia daqui a duas semanas. O que deve ficar para a próxima já é o futuro de… Mr. Cyr.

Parenthood apresentou um episódio entrosado, um pouco melhor que o anterior, e deixando a sensação de que o final de mais uma temporada se aproxima. Agora eu não acho que tudo terminará em rosas dessa vez. Até semana que vem!

PS: Mae Whitman (Amber) consegue demonstrar mais emoção em quinze segundos que seu irmão e cunhada juntos em um episódio inteiro. Concordam?

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