TVD 7×16 — Days Of Future Past

Days Of Future Past veio para mostrar que as coisas estavam melhores para Stefan enquanto Damon dormia.

Não há vida sem você.”— Nora

Rayna Cruz é com certeza a melhor vilã que TVD tem em um longo tempo. Tivemos o Kai na sexta temporada, mas ele foi tão mal aproveitado depois de um tempo na trama que chegou a ser injusto.

E o ponto mais interessante é que a moça nem chega a ser uma vilã por completo, já que ela não consegue controlar esse instinto de caçadora. Mas isso não significa que ela seja inocente ao todo. Aqui ficamos no meio termo: não dá para gostar de Rayna, mas também é um pouco difícil odiá-la.

Como dito na última crítica a trama toma lugar três anos no futuro (que passam a ser os dias atuais) e muita coisa aconteceu desde então.

Podemos começar dizendo que sim, o povo do Arsenal é meio do mal (talvez, muito do mal) e estavam realizando experiências com a Herege Mary Louise. Aparentemente Rayna não é só letal por ser uma super caçadora de vampiros, mas seu sangue é venenoso. E se ingerido em grandes quantidades, pode matar.

A gente já sabia que o final desse casal seria dramático — assim como foi todo o relacionamento das duas ao longo da temporada –, mas mais alguém não esperava um final tão surpreendente? Falaremos disso mais adiante.

Por enquanto vamos focar em outro relacionamento bem dramático, que acompanhamos há bem mais tempo: Stefan e Damon. Se alguém tinha dúvidas de que o irmão caçula não deixaria o outro tomar o seu lugar é porque não conhece a dinâmica da família Salvatore.

Era quase óbvio que Stefan daria um jeito de não aceitar que essa troca fosse feita. E muito mais óbvio que Damon não sabia direito o que estava fazendo quando fez esse acordo com Rayna. Mas ela o lembrou que apesar de ser praticamente “imortal” o corpo dela era humano e de qualquer forma, como aquela era a sua última vida, ela envelheceria, morreria e levaria todos os marcados pela adaga junto com ela. Daí já viu, né? Damon perderia sua oportunidade de viver com Elena quando ela acordasse.

Bastou isso para que o vampiro mudasse de ideia. Assim como bastou que a cicatriz voltasse a sangrar de novo para que Stefan fosse atrás da única pessoa que importava para ele: Damon. Esses dois realmente se amam, mas é um desencontro de ações, que é bem aquele ditado: vamo fazê o quê?

Vimos também nesse episódio que Matt sempre será o humano amargurado da história. E que dessa vez o vampiro odiado é Stefan. De alguma forma ele teve alguma influência na morte de Penny e isso fez com que o policial ajudasse Rayna a escapar do Arsenal. E a gente pergunta: precisava disso?

Bonnie — que não apareceu — parece que também foi infectada com o sangue de Rayna, por isso vimos um Enzo tão determinado a encontrar a caçadora e descobrir uma possível cura, que Alex disse não existir. A gente sabe que no final ela se salva, mas vamos continuar cruzando os dedos para que ela não tenha o mesmo fim de Mary Louise e Nora.

Acontece que no meio de toda essa confusão entre feitiço para a transferência da marca — que Valerie já sabia há algum tempo, mas nada melhor do que procrastinar para ficar ao lado de quem se ama nas Filipinas, certo? — Stefan foi pego por Rayna (que já simpatizava com ele, com todo esse lance de ligação mística com suas vítimas) e acabou indo para dentro da pedra.

A gente só não esperava mesmo é que Nora também fosse acabar marcada e decidisse morrer junto com Mary Louise, em um último ato de amor — e com isso destruir a pedra e a adaga.

E agora, como Damon, Valerie e cia vão salvar Stefan?

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