Vikings 4×03 — Mercy

Mercy prova que, mesmo após sua morte, Athelstan continua exercendo influências sobre a trama de Vikings.

Não descansarei até a morte de meu pai ser vingada.” ERLENDUR

Além de ter ajudado a administrar a saudade de Athelstan, Mercy foi importante para Bjorn. Ele provou para si mesmo que é muito mais do que as pessoas pensam e que ficar à sombra de Ragnar pode estar deixando sua visão turva com relação à sua capacidade e seus talentos. Numa cena à lá O Regresso, Bjorn enfrenta um medo bastante real e se fortalece ao vencer tal desafio, mas sua empreitada solitária pode se encerrar em breve.

Está cada vez mais difícil ler Kalf. Apesar de estar vivendo bem com Lagertha, declarando inclusive o desejo de ter um filho com ela, ele embarca com Erlendur em uma missão de disseminar os Lothbrok, começando por Bjorn. O filho de Horik promete não descansar enquanto houver um Lothbrok vivo, mas Kalf não parece genuinamente envolvido na causa, até porque trair Lagertha novamente seria um golpe e tanto e que, agora, envolve trair também Ragnar. Será que ele topou a ideia para conquistar a confiança de Erlendur e acabar com ele em um momento de distração?

Em Wessex, as coisas estão agitadas com o retorno de Aethelwulf e da rainha Cwenthrith. Ela, que parece atormentada com alguma coisa, seduz o herdeiro de Wessex. Enquanto isso Judith parece estar gostando de verdade de Ecbert, ou talvez seja só jogo dela para conquistar mais coisas. De qualquer forma, apesar de serem relações de traição e que dificilmente atravessarão os muros do castelo, ambos podem ser casais interessantes para Vikings.

Por meio de seu professor, Judith fica sabendo da incursão viking à Paris. Ela e Ecbert ficam impressionados com a ideia de Ragnar para invadir a cidade, mas eles só sabem disso e que alguns morreram por conta de uma doença misteriosa. Os dois ficam frustrados por não ter nenhuma novidade sobre Athelstan. Falando em Paris, as diferenças culturais tem tirado Rollo do prumo. Ele tenta aprender mas tudo é muito estranho à sua realidade — e a má vontade de sua esposa só tem piorado tudo. Será que Rollo vai aguentar?

Athelstan, Ecbert e Ragnar se encontram em uma espécie de sonho compartilhado. Os dois líderes acordam subitamente na mesma hora e, de forma idêntica, resolvem caminhar por seus aposentos. Como a maioria das cenas de Vikings que envolvem o sobrenatural, essa não ficou devendo nada: foi de arrepiar o encontro entre o ex-sacerdote e o amigo nórdico e entre ele e Ecbert. O sonho com Athelstan deu a Ragnar a certeza de que chegara a hora de ter compaixão e a Ecbert a certeza de que o querido amigo havia partido. Para quem assiste fica também a certeza de que ambos amavam muito Athelstan, cada um em seu estilo.

Mesmo após tudo o que aconteceu, o ex-sacerdote foi o responsável por salvar a vida de seu assassino. Ragnar, num ato de misericórdia, acaba com o sofrimento físico de Floki — que agora também está lidando com a súbita e precoce morte da filha. O desenrolar dessa história promete!

E você, curtiu Mercy? Então comenta aí embaixo 😉

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